Essas são algumas armas que produzimos para nossa categoria que demonstram nosso norte a seguir.
O SIFUSPESP sempre tem alertado sua categoria de forma antecipada e com estratégia, temos que nos informar e divulgar nossos argumentos para toda sociedade para evitar os ataques que estamos sofrendo na mídia (que não nos dá voz) e nas redes sociais. Veja mais sobre isso em:
O Sifuspesp Lutar para Mudar tem desde o início de sua gestão incorporado antecipadamente uma política de comunicação com objetivos claros: fazer cada vez mais conhecido o sistema penitenciário, seus trabalhadores, suas funções, seus problemas e soluções. Buscando também dar conhecimento de questões de saúde, do dia a dia, êxitos do trabalho penitenciário. Também, cobrindo no local motins e rebeliões, com apoio a nossos companheiros de trabalho. Desde o ingresso no sistema até a despedida de amigos que nos deixam. Nosso cotidiano para que nos aproximemos cada vez mais.
Nossos princípios e objetivos base são originários de nossa chapa eleitoral, e estamos buscando cumprir os mesmos. Veja em:
https://oposicaosifuspesp.wordpress.com/2017/03/02/propostas-de-luta-chapa-1-mudar-para-lutar/
Não é por acaso que temos inovado cada vez mais. Uma de nossas ferramentas tem sido a informação feita pelo olhar de quem é do sistema, com muita pesquisa, informação e documentação. Nosso trabalho visa antecipar-se no tempo para ter mais força e ter maior apoio de nossa categoria.
Mas não fica somente nisso. O Sifuspesp Lutar para Mudar tem como meta capacitar cada vez mais nossa categoria presencialmente ou nas redes sociais para utilizar os meios digitais como forma de defender nossos interesses e direitos, seja criticando a mídia que normalmente não nos dá espaço e abertura para os temas que mais nos importa. Como também para que a sociedade conheça nossa realidade de forma realista e não sensacionalista ou mentirosa.
Leia o Dossiê Privatização e o Manifesto SIFUSPESP
Por isso, desde julho de 2017, ou seja quase dois anos completos atrás temos alertado para problemas e preparamos um Dossiê Privatização, falando de inúmeros aspectos do tema. Temos muito mais pesquisas baseadas em documentos e investigação.
Por esse pedimos a você que ainda não leu, ou quer reler que leia os textos em: https://www.sifuspesp.org.br/dossie-privatizacoes
Também pedimos que leiam uma carta de leitura que enviamos a todos os deputados e senadores e outras figuras políticas e para veículos de imprensa no período de eleição:
https://www.sifuspesp.org.br/images/documentos/outros/Manifesto_Sifuspesp.pdf
Mantendo a coerência
Temos clareza que necessitamos de um sindicato único. Porque quando isso ocorrer, a disputa política em nossa categoria passará a ser em relação aos pontos e forma de atuar, mas não mais uma disputa que possa nos dividir ou atrasar na luta, sobretudo quando ela exige preparo, rapidez e apoio da base:
https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6386-sifuspesp-na-luta-por-um-sindicato-unico
Temos clareza de que estamos travando o bom combate porque temos planejamento, estudo, conversa constante através de um Diálogo com a base, também intervindo de forma discreta ou dura diante de problemas. Buscando soluções concretas.
Veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=zmzmWrPbSyo
Guerra de Comunicação
Precisamos de seu apoio para avançar ainda mais, escolha um ou mais links dessa lista e comente, diga que é do sistema. Que está contra a privatização. Que não dizem a verdade quanto a maior eficiência, qualidade e custo do sistema privatizado.
Veja argumentos em:
Abaixo apresentamos links da semana para comentar. Periodicamente vamos apresentar links para que a categoria faça comentários. Vamos fazer nossa voz ser ouvida.
Veja abaixo lista de Links para clicar e comentar contra a privatização e divulgar temas pela defesa de nossa voz:
Fevereiro
Saiu na imprensa - De 01 a 05/02
Segunda e Terça-feira 05/02
Drauzio Varella: “a questão prisional é muito grave para ficar nas mãos de aprendizes de feiticeiro”
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/drauzio-varella-a-questao-prisional-e-muito-grave-para-ficar-nas-maos-de-aprendizes-de-feiticeiro/
Ministério Público quer proibir uso de armas menos letais nas unidades prisionais de SP
https://ponte.org/ministerio-publico-quer-proibir-uso-de-armas-nao-letais-e-caes-nas-unidades-prisionais-de-sp/
Detentos fazem agente penitenciário refém no Centro de Triagem de Cametá
https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/02/05/detentos-fazem-agente-penitenciario-refem-no-centro-de-triagem-de-cameta.ghtml
Presos ameaçam ‘derramamento de sangue’ em cadeia
https://www.otempo.com.br/cidades/presos-amea%C3%A7am-derramamento-de-sangue-em-cadeia-1.2131608
Vídeo: celular escondido em tubos de pomada é apreendido em presídio
Presos ameaçam funcionário do CDP de Limeira após um deles ter sido disciplinado
https://www.rapidonoar.com.br/presos-ameacam-funcionario-do-cdp-de-limeira-apos-um-deles-ter-sido-disciplinado-lim/
Moradores cobram por segurança em área próxima ao presídio durante reunião com Segup
https://g1.globo.com/pa/para/noticia/2019/02/05/moradores-cobram-por-seguranca-em-area-proxima-ao-presidio-durante-reuniao-com-segup.ghtml
SIFUSPESP - Fábio Jabá fala do sistema penitenciário, crime organizado, privatização e segurança nacional (COMPARTILHE)
https://www.youtube.com/watch?v=9pFCknNnAig
Apreensão
SP
Jovem é barrada em presídio após ser flagrada com droga escondida no corpo
Quatro jovens são barradas com drogas em unidades prisionais da Baixada Santista
http://www.diariodolitoral.com.br/policia/quatro-jovens-sao-barradas-com-drogas-em-unidades-prisionais-da/122438/
MG
Agentes penitenciários encontram celulares em Barão dos Cocais
AL
Mulher é flagrada com maconha dentro de marmita tentando entrar em presídio em Maceió
RO
O SINGEPERON informa aos seus filiados que interpôs Mandado de Segurança contra a SEJUS, visando a nulidade do Memorando-circular n. 07/2019, que convoca os agentes penitenciários a realização de plantões extraordinários, ante a contrariedade do art. 93 da Lei 68/92 e o Decreto 692/2017.
https://singeperon.com.br/comunicado/
Chefes de segurança do presídio pandinha entregam seus respectivos cargos
https://singeperon.com.br/chefes-de-seguranca-do-presidio-pandinha-entregam-seus-respectivos-cargos/
Desembargador nega liminar ao Singeperon contra intervenção nos presídios; veja decisão
CE
Ceará tem 1º dia sem ataques criminosos após 28 dias seguidos de onda de violência
http://tribunadoceara.uol.com.br/noticias/segurancapublica/ceara-tem-primeiro-dia-sem-ataques-criminosos-apos-28-dias-seguidos-de-onda-de-violencia/
Sexta-feira 05/02
SP
Agente penitenciário do CDP de Piracicaba é agredido por dois detentos
GO
Agente penitenciário é baleado (tentativa de assassinato)
GO
GO
Preso morre ao tentar tirar arma de agente penitenciário em Santo Antônio do Descoberto
ATUALIZADA: “Agente permanecerá preso", diz comandante
RO
Singeperon diz que recorrerá da decisão que negou a liminar contra a intervenção militar nos presídios
SC
Membros de facção criminosa são presos em Lages
https://clmais.com.br/membros-de-organizacao-criminosa-sao-presos-em-lages/
PI
Presos desentupindo fossa e grade de cela
TO
Agente Prisional do Tocantins finaliza treinamento com tropa de elite da PM de São Paulo
MPE abre investigação sobre contrato de R$ 25 milhões com restaurante para fornecer comida a presídios
https://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2019/01/31/mpe-abre-investigacao-sobre-contrato-de-r-25-milhoes-com-restaurante-para-fornecer-comida-a-presidios.ghtml
BA
Seap não tem previsão para tornozeleiras eletrônicas prometidas desde 2017
SP
Com ameaça de transferência de Marcola, divisa MS/SP vive tensão
CE
Agente penitenciário acusado de estupro de menor
Brasil
No último domingo (03/02), agentes da Penitenciária de Pacaembu flagraram uma visitante tentando adentrar a unidade prisional com objetos ilícitos. Trata-se da mãe de um detento que levava pizza ao filho quando foi interceptada por agentes penitenciários durante o procedimento de revista. Os servidores encontraram entre as fatias do alimento duas placas de telefone celular.
Fonte: SBT Interior
Foto: Divulgação
Leia a matéria:
Primeiro mês do ano termina com a pergunta:
Até quando apenas um boletim de ocorrência e procedimentos administrativos serão os únicos mecanismos de defesa - sem resultado - do servidor prisional quando agredido?
Na Penitenciária I de Presidente Venceslau, o agente penitenciário distribuía o almoço nas celas dos presos, quando em uma das celas por onde passava um dos presos queixou-se da falta de uma toalha que segundo ele havia sido levada durante a revista. O agente não sabia o que tinha acontecido, estava apenas fazendo seu trabalho, ou seja, servindo as marmitas do almoço. O preso irritado, puxou o agente pela roupa, batendo seu corpo contra a porta. O parceiro de cela o auxiliou.
Ainda com o barulho todo no momento da agressão, os presos do raio aproveitaram para fazer um “bate grades”. Os funcionários da unidade ajudaram o servidor, acionaram o diretor de núcleo e o sistema de segurança e então, o raio voltou ao controle. O agente saiu do trabalho com lesões no ombro direito e no dedo indicador, além de ameaças e injúrias por parte dos dois detentos.
Em outra unidade, o Centro de Detenção Provisória de Piracicaba, outro agente sofreu agressão, neste caso enquanto fazia a contagem no pavilhão A da unidade. Um preso desferiu um soco em seu rosto. Outro preso, no mesmo momento jogou uma caneta que acabou acertando o rosto do agente. Após a agressão o servidor também sofreu ameaças da parte do preso, para que ele e sua família tomassem cuidado ao andar na rua.
Daí se pensa: Por que divulgar que uma caneta foi atirada no rosto de um agente? Parece tão pouco. Mas trata-se de uma tentativa da parte do preso de desmoralizar o servidor penal exposto no momento. Tirar dele a valia do controle da sua função e evidenciar sua desproteção. O trabalhador penitenciário vigia e zela pelo funcionamento de um sistema ligado a Lei de Execução Penal que condena o indivíduo a determinada pena caso cometa um crime. A prisão é uma das penas, sendo a guarda e o cuidado do apenado, responsabilidade deste trabalhador, que assegura a sociedade daquele que cometeu o ato criminoso. Dentro dos muros, o trabalhador penitenciário também é esquecido pela sociedade e pelo Estado que não lhe assegura integridade física. Não demonstra respeito pela dignidade e pela vida do trabalhador. Acontece que o dedo indicador do agente é parte dele, do seu corpo, de quem ele é. E quem ele é habitualmente é desconsiderado.
As duas agressões descritas no início do texto ocorreram na última semana do mês de janeiro e não foram as primeiras. Janeiro fecha a conta registrando ao todo 7 agressões contra agentes, conforme o SIFUSPESP tem divulgado levantando a bandeira AGRESSÃO CONTRA SERVIDOR É CRIME. Entretanto, esses atos de violência têm sido banalizados ou desconsiderados há muito. Muitas das agressões, por exemplo, deveriam ser registradas no boletim de ocorrência como tentativa de homicídio. Entretanto na sua grande maioria seguem apenas como lesão corporal.
Esta é uma luta antiga dos funcionários do sistema prisional que trabalham perante total insegurança diante da falta de investimento. Alguns agravantes que podem ser enumerados como exemplo são os presídios superlotados que facilitam o contato do preso e do agente penitenciário sem garantia de integridade física do último citado, entre outros como ausência de trancas automatizadas nas celas em algumas unidades, sendo que existem prisões com sistemas de fechamento automático reformulado pelos próprios agentes, já que o implementado era ineficiente; o déficit funcional que traz o acúmulo de funções, ou desvio de função como deve ser chamado, já que o servidor acaba obrigado a fazer além de suas funções para que a cadeia funcione, o que acarreta sobrecarga física e psíquica ao servidor, bem acima da que deveria ser habitual, o tornando mais vulnerável.
Trabalhar movido a adrenalina, entre outros hormônios gerados pela ansiedade constante, estado de alerta e medo, leva o servidor ao adoecimento, morte precoce (constatada por um estudo da Universidade de São Paulo), uma sobrevida de cerca de 45 anos e muitas vezes suicídios, geralmente não noticiados. O servidor prisional, ao passar por uma experiência de regressão, acaba “massacrado emocionalmente”, sabendo que a natureza do seu trabalho é por si perigosa, e com um sistema desestruturado, com acúmulo de agravantes. A função de agente penitenciário, é considerada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) a segunda profissão mais perigosa do mundo. Agregado as péssimas condições a que são expostos, os trabalhadores do sistema prisional paulista - e brasileiro - são alvo de agressões, ameaças e homicídios.
Esta descrição acima colocada, pequena e rasa, é apenas uma mostra de que o SIFUSPESP continua atento ao servidor penitenciário e a seu sofrimentos diário, sabendo da dificuldade da mudança do quadro perante a atual circunstância político econômica. No momento o governo do Estado movimenta-se para a privatização do sistema penitenciário, ou seja, o intuito é angariar fundos. A segurança, a saúde e o bem estar do servidor não é colocado como prioridade em plano algum.
Entretanto, a segurança pública da sociedade passa pelo servidor. A solução do sistema prisional com a maior população carcerária brasileira sob o comando da maior facção criminosa do país passa pelo funcionalismo e pela melhoria de toda uma estrutura que deveria ter sido preservada e ter recebido investimentos, mas que passou e passa pelo sucateamento por parte de Estado tem o dever de cuidar, e não apenas abandonar a população carcerária enquanto lota presídios devido a uma rede de problemas sociais, econômicos, estruturais e políticos.
Colocar a administração de unidades prisionais nas mãos de empresários, sem estudos prévios do impacto da ação, justificando a implementação do modelo privado com exemplos falhos é um crime maior. Sobretudo porque custa mais e não se tem nem ideia de como se vai implementar: esse tipo de postura não corresponde a um projeto político que afirma propor algo mais eficiente. Querem matar o servidor penal, começando por sua moral, levantando dúvidas quanto a qualidade do seu trabalho, o afastando sem resguardo. O homem da linha de frente com o preso deve cair no esquecimento por interesse dos donos de empresas, da imprensa e de gestores que olham o Estado como lugar de negócios. Por dinheiro.
O ataque a Previdência Social é uma forma de precarização do serviço público. Junto com a privatização do sistema penitenciário, devem expandir a falta de investimento, divisão de setores e precarização da segurança pública. O texto a seguir explica estas afirmações.
Há alguns sistemas públicos que só não são melhores porque parte de seus recursos nunca chegam. Mesmo assim sua substituição por um sistema privado seria um desastre para todos. Isso já aconteceu em países como a Grécia ou a Argentina. Um dos sistemas que têm sido atacados é o da segurança pública com a privatização do sistema penitenciário. O outro é a Previdência Social.
No ano passado, o SIFUSPESP dedicou-se a cobrir o encaminhamento do orçamento e a luta para forçar que fosse garantido um aumento a nossa categoria. Foram dias e dias de negociações, muito estudo de questões complexas. Por esse esforço, agora podemos aprofundar um pouco mais os temas do orçamento e das reformas Previdenciárias, e outras que querem forçar uma barra e nos obrigar a tanto.
Podemos perder nossa aposentadoria?
Parece que sim, muitos deputados e governadores querem que ela saia. Este projeto é parte do acordo que eles tem com o setor financeiro e de seguros internacionais que encontra-se em má situação na crise internacional que já completa dez anos.
A primeira questão é entregar a previdência transformando-a em previdência privada, já que a pública não vai funcionar ou não vai valer a pena.
A desculpa esfarrapada é que a previdência já não é viável e levará a uma quebra. Isso no entanto não é verdade.
A mentira sobre a Previdência Pública
A previdência é superavitária, ou seja, não falta dinheiro lá. Os políticos e a imprensa seguem enganando muita gente. A reforma que está na pauta não é uma reforma, mas uma contra-reforma. Porque não estão fazendo nada para melhorar e sim a destruição de um modelo constitucional baseado na solidariedade que tem como forma de sustento várias fontes de arrecadação previstas na constituição. Isso foi pensado no passado, em 1988. Ou seja, se um falha, outras fontes estariam assegurando. Ademais, a constituição prevê que o orçamento fiscal deve complementar. Ou seja, isso é mentira!
O discurso dos políticos é não apresentar todas estas fontes (previstas em diversos tributos e formas de arrecadação). O governo apresenta uma conta em que nem todas as fontes estão previstas. Ou seja, não existe déficit, ou seja não falta dinheiro. Além disso os políticos "mordem" parte disso. Se você quer acreditar nisso só pode ser para auto enganar-se aceitando que vão te roubar sua aposentadoria.
Ou seja, há muitas fontes, e se faltar recurso nessas receitas anteriores, o orçamento fiscal deve complementar.
O governo não computa todas as fontes. Dá uma mordida na chamada DRU, ou seja um mecanismo que desvincula parte do orçamento que a lei prevê que deveria ser obrigatoriamente encaminhado para algum setor, e depois usa para o que desejar. Isso virou moda no Brasil, infelizmente.
Para piorar, os políticos adoram liberar empresários para não pagar impostos. Isso é o que denominam como desoneração. Infelizmente que ocorre muito, há muito tempo, no estado de São Paulo. E por isso e outras coisas, nossos aumentos nunca ocorriam.
Fazem tudo isso às escondidas e com apoio de muitos setores empresariais e da imprensa naturalmente que se não faz isso, fica sem publicidade.
Quem já trabalhou em/para um jornal, revista ou qualquer outro meio de comunicação sabe que há sempre dois setores em conflito: o setor comercial (que busca propagandas) e o setor de jornalismo que quer noticiar os fatos (e às vezes os dois lados da história).
Quando a economia vai mal ou um dos patrocinadores pode ser prejudicado por uma notícia, o pessoal do setor do jornalismo não fala tudo.
Entenda esse aspecto em: https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6352-porque-toda-a-imprensa-tem-dado-como-certa-a-privatizacao-com-o-argumento-de-o-setor-empresarial-e-mais-eficiente
Querem privatizar para ainda repassar parte de nossos recursos públicos para o sistema financeiro e bancário prestar um serviço inferior e com menor ganho para o cidadão.
Agronegócio, empresas deixam de pagar imposto que vai para a Previdência. O governo não investe e não cobra devedores, principalmente os Bancos.
Além disso tudo, a própria legislação dizia que quem descontar contribuição e não repassar para o cofre público era considerado criminoso. Hoje em dia, a sonegação é estimulada, não há fiscais e auditores atuando.
Porque atacam os mais velhos e servidores públicos?
E depois o governo ataca os pobres velhos e servidores públicos, dizendo que são privilegiados. Estão vivendo demais!! Considerando que os servidores públicos contribuem sobre o salário bruto, não tem FGTS e mesmo aposentados seguem contribuindo para a previdência.
Reforma de Guedes é para criar um modelo de capitalização
Bancos arrecadam contribuições sem compromisso de pagamento de benefício futuro. Ou seja, se algo der errado, dançou. Você não recebe nada. Isso ocorreu no Chile, país onde Guedes fez carreira. Lá, o governo foi obrigado a re-estatizar, e por fim, os idosos recebem menos que um salário mínimo. Resultado: é o país que tem o maior nível de suicídios de idosos e mendigos idosos. Verdadeiramente não se trata da melhor idade.
Guedes propõem até mesmo o fim da aposentadoria por idade, só valendo contribuição por tempo, em seu projeto.
O rombo das contas públicas não está na previdência. Mas sim nas questões da dívida pública nacional que nunca se sabe exatamente o que está acontecendo. O governo não cobra, aumenta dívidas, faz acordos com empresas e no fim sacrifica funcionários públicos e os que trabalharam uma vida inteira.
Outra questão: quem ganha mais de 5 salários mínimos, mesmo ganhando mais. Os servidores públicos não CLTistas, se ganham mais que 5 salários mínimos, descontam sobre isso.
Ou seja, quem ganha 8 mil reais e contribui na Previdência Pública, esse contribui sobre 5 salários mínimos e nada mais.
Servidor Público não tem horas extras, FGTS. E se ganha 8 mil reais, tem descontado sobre todo este valor. E ao final
Mas quem entrou a partir de 2011, acaba sendo incluído no sistema CLTistas. Mas entenda, os que ganham aposentadorias milionárias são juízes, promotores, fiscais, etc.
E não poderiam ganhar tanto, mais que o teto do Ministro do Supremo Tribunal Federal.
Nos sistemas que melhor funcionam com a capitalização, a Suíça por exemplo, você como idoso somente recebe no máximo ⅓ do que ganhava antes. Essa é a realidade.
A Reforma Trabalhista criou o regime de trabalho intermitente. Muitos trabalhadores podem ser contratados por dia. Garçons, cabeleireiros, trabalhadores do sistema hoteleiro, ou pessoas que trabalham com logística. Essas pessoas não tem como contar tempo para aposentadoria. Estes não se aposentarão nunca. Trabalhadores rurais, que trabalham por safra. Só recebem quando se vende. Aí todos trabalham. Nesta reforma, a contribuição passa a ser individual. Ou seja, a reforma trabalhista aumentou a informalidade (arrecadam menos para a previdência) e condena muitos a não ter previdência no futuro.
Veja mais em: https://monitordigital.com.br/aumento-da-informalidade-afeta-previd-ncia-2
Querem aumentar a idade do BPC. Benefício de Prestação continuada, uma espécie de Assistência Previdenciária. Pessoas pobres e deficientes são as beneficiadas. Querem aumentar a idade para este benefício.
O Brasil é um país que paga a sobra de caixa dos bancos. Ou seja, Banco não pode ter prejuízo.
Acreditar que a Previdência deve ser privatizada e será melhor. só se você quiser acreditar nisso.
O golpe fatal
As contribuições COFINS, Contribuições sociais, contribuições previdenciárias, etc, devem ser transformada em impostos. Qual é a diferença disso. As contribuições só podem ser usadas para uma finalidade específica. Contribuo para a previdência para que todo este recurso vá para aposentadoria futura. Se vira imposta, fatal. Pode ser usada em qualquer coisa. Em resumo: se isso passa, você vai trabalhar para pagar direto dívida de banco e de empresário incompetente que apoia privatização ou que quebra seu negócio por preguiça.
O SIFUSPESP não quer você mais uma vez despreparado. Temos um projeto de defesa dos interesses de nossa categoria. Quanto mais a confiança e apoio da categoria ocorrer em relação ao SIFUSPESP, mais fortes estaremos para defender a todos!
Três viaturas de transportes de presos se envolveram em um acidente na rodovia Castelo Branco, na tarde desta quarta-feira, 06/02.
De acordo com informações apuradas pelo SIFUSPESP, apenas o motorista de um dos veículos teve de ser levado a um hospital, onde permanece em observação e não corre riscos. Ninguém se feriu.
Os três bondes faziam parte do linhão Noroeste-Oeste, com viaturas do Centro de Detenção Provisória(CDP) de Cerqueira Cesar e das Penitenciária de Irapuru e de Presidente Bernardes.
Os servidores que estavam nos veículos relataram que o acidente aconteceu devido ao excesso de chuvas, que deixou a pista muito escorregadia e acabou provocando o engavetamento.
O SIFUSPESP segue apurando a ocorrência e trará novas informações sobre o caso assim que ele for completamente esclarecido.
Neste vídeo Fabio Jabá explica as problemáticas do sistema prisional. Sua apresentação tem como objetivo apresentar o sistema penitenciário desde suas características básicas, perspectivas para 2019, sua relação com o crime organizado, o atual estágio do crime organizado no Brasil, o que fazer para melhorar de fato o sistema penitenciário, qual é a relação entre segurança e ressocialização e porque razão a privatização do mesmo é um risco para a segurança pública e nacional. Tudo de forma muito didática e explicado por quem conhece o sistema de dentro.
É um vídeo complementar a audiência pública Conhecendo o Sistema Prisional, realizada em dezembro de 2018. Foi gravado dias antes da audiência.
O sistema penitenciário não é levado a sério pelos governantes. Não se escutam as vozes e o conhecimento daqueles que estão no sistema, o resultado pode ser um desastre para a segurança pública e nacional.
Veja o vídeo, vale muito a pena, comparta, divulgue, comente, curta a página em:
Finalizada importante reunião com Coronel Restivo, caminho do SIFUSPESP agora é apresentar pauta financeira ao secretário de Governo e vice-governador, Rodrigo Garcia, e manter alerta para que reivindicações sejam atendidas
O SIFUSPESP continua com sua luta pela Campanha Salarial de 2019.
Após promover a assembleia geral da categoria em São Paulo e uma passeata até a Secretaria de Administração Penitenciária(SAP), em janeiro, que resultou em reunião realizada com o titular da pasta, Coronel Nivaldo Restivo, nesta segunda-feira, 04/02, o sindicato ganhou força para caminhar rumo ao diálogo e pelo atendimento das reivindicações financeiras dos trabalhadores penitenciários.
O que todos queremos?
Em primeiro lugar, os servidores do sistema prisional paulista exigem uma valorização salarial de 50% a fim de equiparar os vencimentos da categoria à dura realidade enfrentada por todos os profissionais no cumprimento do seu dever.
Em segundo lugar, os trabalhadores penitenciários querem uma reposição inflacionária de 29,31%, equivalente às perdas acumuladas desde o reajuste obtido em julho de 2014, medidas pelo Índice Geral de Preços do Mercado(IGP-M) e já contando com o aumento de 3% concedido ao funcionalismo em março do ano passado.
Ambas as reivindicações têm como objetivo beneficiar todos os funcionários do sistema, tanto os que trabalham com segurança e escolta, quanto motoristas, equipes administrativas e responsáveis pelos setores de saúde e assistência social. Representantes de todas essas áreas estiveram presentes na reunião de ontem, a convite do sindicato, para apresentar suas pautas financeiras específicas.
Além do presidente do SIFUSPESP, Fábio Jabá, também participaram o tesoureiro-geral do sindicato, Gilberto Antonio da Silva; o coordenador da sede da capital, Antonio dos Santos, o Nicola; e o diretor de base Alancarlo Fernet. Ricardo Machado representou os oficiais operacionais e Márcia Aparecida de Oliveira Lima, os servidores das áreas de saúde e assistência social. Os deputados Carlos Giannazi(PSOL) e Adriana Borgo(PROS) também acompanharam o debate.
Durante o diálogo, o secretário de Administração Penitenciária afirmou ao presidente do SIFUSPESP, que a questão relativa à valorização e à reposição salariais passa pelo aval do secretário de Governo e vice-governador do Estado, Rodrigo Garcia, com quem Restivo se reuniria nesta terça-feira, 05/02.
Dessa reunião com Garcia, o secretário poderá sair com uma agenda para que o sindicato possa se encontrar com o vice e encaminhar a pauta da campanha salarial, que também inclui outras demandas financeiras específicas de cada setor funcional da SAP.
Além dos reajustes e da valorização salarial, o SIFUSPESP e os trabalhadores penitenciários paulistas têm as seguintes reivindicações em sua campanha:
O SIFUSPESP e os milhares de trabalhadores penitenciários que fazem parte de seu quadro de associados e que endossam essa pauta ainda reivindicam o respeito à Lei nº 16.884, de 21 de dezembro de 2018.
Em seu artigo 41, tal lei estabelece que “na projeção das despesas de pessoal ativo, inativo e pensionista para o exercício orçamentário de 2019, o governo do Estado de São Paulo deverá observar”:
“I - os quadros de cargos e funções a que se refere o § 5º do artigo 115 da Constituição do Estado;
II - o montante gasto no exercício vigente, a previsão de crescimento vegetativo da folha de
pagamento, a previsão de revisão de remuneração e plano de cargos e carreiras, os dispositivos e os limites para os gastos com pessoal estabelecidos pela Lei Complementar Federal nº 101, de 4 de maio de 2000;
III - a realização de estudos visando à valorização das carreiras e dos vencimentos dos servidores do Estado, nos termos da Lei nº 12.391, de 23 de maio de 2006.
Os trabalhadores penitenciários também pedem respeito à revisão anual da remuneração e dos subsídios pagos aos servidores públicos, que é garantida pela Constituição Federal, conforme determina a emenda 37, aprovada pelo Congresso Nacional e ratificada pela Presidência da República em 4 de junho de 1998.
Em resposta às demandas dos servidores do sistema prisional apresentadas ao longo da reunião, o secretário de Administração Penitenciária, coronel Nivaldo Restivo, ponderou algumas das propostas e sinalizou positiva ou negativamente sobre algumas das pautas, além de observar que parte das exigências extrapola as atribuições da SAP.
Privatização
Apesar das inúmeras declarações públicas do governador João Dória sobre a ideia de privatizar o sistema prisional, o secretário disse ainda não haver um modelo definido sobre como seria feita essa mudança na gestão do sistema.
O SIFUSPESP deixou claro para Restivo que é CONTRA a privatização e que já está articulando com deputados estaduais a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito(CPI) na Assembleia Legislativa para debater o tema.
Lei Orgânica
O secretário afirmou que vai ajudar a viabilizar a criação de um grupo de trabalho(GT) para debater e elaborar propostas que visem a criação da Lei Orgânica, cujo objetivo é regulamentar a atuação dos diferentes servidores do sistema prisional.
Bônus salarial
De acordo com Nivaldo Restivo, o projeto SAP 554/2018, que concede bônus salarial como parte do acordo com o governo do Estado pelo fim das greves envolvendo os trabalhadores penitenciários, em 2014 e 2015, segue em trâmite na Procuradoria-Geral do Estado(PGE).
O secretário ainda afirmou que trataria do tema em uma reunião ainda nesta terça-feira, 05/02.
Aposentadoria especial
O secretário de Administração Penitenciária concorda com a concessão de aposentadoria especial aos servidores do sistema prisional. A medida, no entanto, depende de criação de lei específica que precisa do aval do Poder Executivo para entrar em vigor.
Adicional de insalubridade
O pagamento do adicional de insalubridade com valores integrais para os servidores readaptados precisa, conforme explicou Restivo, de uma análise em conjunto com o Departamento de Perícias Médicas do Estado(DPME).
Saúde mental
O secretário disse que é favorável à criação do programa de saúde mental para os servidores da SAP, mas que precisa verificar a viabilidade da medida porque o projeto depende de dotação orçamentária própria para se materializar.
Transferências arbitrárias
O sindicato passou ao secretário casos referentes à transferência de cerca de 20 AEVPs da base de escolta de Santana, e que serão alvo de ações jurídicas por parte do sindicato para evitar os chamados “bondes”. O SIFUSPESP é contra a medida.
Nivaldo Restivo concordou com a ação feita pelo Coordenador de Unidades Prisionais da Região Metropolitana(COREMETRO), Antonio José de Almeida. Devido aos reclames do sindicato, ficou acordado que toda ação semelhante poderá ser levado a ele para que sejado
LPT e LPTE
De acordo com o secretário, não há qualquer previsão por parte da SAP sobre a publicação das listas, tão aguardadas pelos trabalhadores penitenciários para mudanças de unidade prisional e consequente aproximação com suas famílias
Inaugurações
O cronograma da SAP que havia sido elaborado no fim de 2018 não deve ser seguido. Novas unidades que deveriam começar a operar neste primeiro semestre não têm previsão de inauguração, segundo o Coronel Nivaldo Restivo.
Concursos públicos
Apesar do claríssimo déficit de funcionários no sistema, apontado há anos pelo SIFUSPESP e reiterado durante a reunião desta segunda-feira, o secretário disse que não há ainda como fazer as chamadas dos aprovados, principalmente no que se refere a agentes de segurança e agentes de escolta e vigilância penitenciária.
O sindicato defende que todas as novas chamadas, quando feitas, deverão ser feitas por anuência.
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