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Os associados do Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) têm acesso a mais um benefício exclusivo: um convênio com a dentista Priscila Gagliasso Franco. A parceria oferece descontos e serviços especiais que só os sócios podem aproveitar.


Com o convênio, os associados têm direito a 30% de desconto em todos os atendimentos odontológicos. Além disso, a avaliação inicial é gratuita. O benefício também se estende aos dependentes legais, garantindo cuidados de saúde bucal para toda a família.


A clínica está localizada na Rua Duarte de Azevedo, 448, sala 61, no bairro de Santana, São Paulo. Para marcar uma consulta, basta ligar para o telefone (11) 93442-0014 e falar diretamente com a Dra. Priscila. O pagamento é feito diretamente com as profissionais no momento do atendimento.


Essa parceria reforça o compromisso do Sinppenal em oferecer vantagens reais aos seus associados. Ser associado ao Sinppenal não é só uma forma de representação. É também uma maneira de garantir benefícios práticos no dia a dia.

Os associados do Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) têm acesso a um convênio com a nutricionista Vanessa Melo da Silva, de São Paulo. 


Com o convênio, os associados têm direito a 15% de desconto na consulta com a nutricionista. O benefício também se estende aos dependentes.


A clínica está localizada na Rua Duarte de Azevedo, 448, sala 61, no bairro de Santana, São Paulo. Para marcar uma consulta, basta ligar para o telefone (11) 95160-0350. O pagamento é feito diretamente com as profissionais no momento do atendimento.


A parceria reforça o compromisso do Sinppenal em oferecer vantagens reais aos seus associados. Clique aqui para se filiar e desfrutar de uma série de benefícios.

 

O Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo lançou de uma vaquinha virtual para arrecadar recursos e ajudar o companheiro Wilton Borges Viana, o Wiltinho Poeta, demitido arbitrariamente pelo governo Tarcísio de Freitas em represália por exercer sua liberdade de expressão.

Em 28 de maio de 2026, Wiltinho foi demitido sumariamente da Polícia Penal, numa decisão que ignorou a recomendação da Procuradoria do Estado. O órgão jurídico havia sugerido uma suspensão de 90 dias, considerando que as acusações (publicação de poemas críticos ao sistema prisional em seu blog) não justificavam a pena máxima.

O governo Tarcísio preferiu a arbitrariedade. Ao invés de respeitar o parecer técnico, aplicou a demissão, expondo seu método de perseguição contra servidores que ousam criticar sua gestão. Wiltinho não cometeu crime, não agrediu ninguém, não violou sigilo. Seu único "crime" foi fazer versos sobre a realidade do sistema prisional.

O Sinppenal está mobilizado jurídica e politicamente para reverter essa perseguição. A entidade vai recorrer à Justiça contra a demissão arbitrária. Mas enquanto a luta continua, Wiltinho precisa da solidariedade dos companheiros para sobreviver. Quem quiser contribuir, pode doar por meio da chave pix 11915711855 (banco Pic Pay)

 

É com profundo pesar que o Sinppenal comunica o falecimento do policial penal José Aparecido Cavalheiro, aos 50 anos, ocorrido no último sábado, 6 de junho.


Cavalheiro dedicou anos de sua vida ao sistema prisional, deixando um legado de compromisso e profissionalismo entre seus colegas.


Ao longo de sua trajetória, ele prestou serviços no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Vila Independência. Atualmente estava lotado no DASH/COC.


Neste momento de imensa dor, o Sinppenal expressa suas mais sinceras condolências aos familiares, amigos e companheiros de farda.

 

O Tribunal de Justiça de São Paulo analisa uma ação movida pelo Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo (Sinppenal) contra o Governo do Estado por perseguição sistemática a dirigentes sindicais, práticas de retaliação e precariedade das condições de trabalho nas unidades prisionais paulistas. Segundo o sindicato, a administração estadual utiliza processos administrativos como ferramenta de pressão para sufocar a atuação da entidade e impede a fiscalização de ambientes que oferecem riscos severos aos servidores.

 

A denúncia vai além da questão trabalhista e configura um problema de saúde pública. Segundo a denúncia, policiais penais estão expostos continuamente a agentes biológicos nocivos e doenças infectocontagiosas, sem que o Estado forneça proteção adequada ou permita fiscalização independente. Segundo a entidade, a negligência do governo não afeta apenas o servidor individualmente, compromete a segurança de todo o sistema prisional, criando focos de risco que podem transbordar para a sociedade. O Estado, na visão do sindicato, falha em seu dever constitucional ao negligenciar essas condições e dificultar a inspeção por parte do sindicato.

 

A estratégia de retaliação

A represália ganha contornos específicos com processos administrativos abertos contra lideranças sindicais. Dirigentes como Fábio César Ferreira, o Fábio Jabá, Gilberto Antônio da Silva e Wilton Borges Viana, conhecido como Wiltinho Poeta, foram alvo dessa estratégia. Os motivos para abertura desses processos são triviais ou diretamente ligados à atividade sindical: críticas públicas à gestão da Secretaria de Administração Penitenciária, postagens em redes sociais com questionamentos administrativos e comentários sobre autoridades do setor, uma prática de mordaça que remonta os tempos da ditadura militar. Há inclusive punições por condutas cotidianas, como uso de celular em viva-voz no veículo fora do horário de expediente, que o sindicato interpreta como pretextos para intimidar porta-vozes dos trabalhadores.

 

No caso mais grave e recente, Wilton Borges Viana foi exonerado em maio após sofrer nove processos administrativos por publicar críticas à gestão do sistema prisional em forma de cordel em seu blog. A Procuradoria do Estado recomendou suspensão de 90 dias, mas o governo optou pela exoneração a bem do serviço público, o que macula a ficha profissional do servidor só porque ele ousou criticar o sistema. Fábio Jabá, presidente do Sinppenal, enfrenta dez processos administrativos por revelar as péssimas condições de trabalho que provocam adoecimento mental e o suicídio recorde de policiais penais.

 

Bloqueio de acesso

Além das punições individuais, o Estado barra sistematicamente o acesso de representantes sindicais às unidades prisionais. Essa restrição impede vistorias e coleta de dados sobre as irregularidades denunciadas. O Sinppenal fundamenta seu direito de ingresso na Lei Estadual 10.083/1998, o Código Sanitário do Estado, que prevê participação sindical na fiscalização da saúde do trabalhador. Essa fiscalização não é uma concessão do governo, mas um direito garantido para assegurar que as normas de segurança estejam sendo cumpridas. Ao bloquear esse acesso, o Estado estaria praticando um desvio de finalidade, usando esse bloqueio para esconder problemas estruturais e enfraquecer a organização da categoria. Na visão do sindicato, o conjunto de ações configura violação do artigo 8º da Constituição Federal, que garante liberdade de associação e autonomia sindical.

A falta de fiscalização tem resultado em uma degradação das condições de trabalho, são constantes as denúncias de convocações abusivas, falta de condições sanitárias mínimas e riscos de segurança. Em um momento de deficit crônico de pessoal e aumento da superlotação, a proibição da fiscalização pelo sindicato serve como forma de ocultar as mazelas provocadas pelo descaso da administração Tarcísio de Freitas.

 

Próximos passos

O processo entra agora em fase decisiva. Uma audiência virtual de instrução foi marcada para 12 de agosto de 2026, quando novas provas serão apresentadas e depoimentos colhidos.

 

O Sinppenal comunica, com pesar, o falecimento do policial penal aposentado José Aparecido Milhorini. O servidor dedicou sua trajetória profissional à Penitenciária 1 de Pirajuí (P1), unidade onde ingressou no ano de 1978. 

José Aparecido era pai de Danilo Milhorini, que segue o legado familiar como policial penal em exercício na mesma unidade prisional. 

Nesse momento de dor, o Sinppenal expressa condolências aos familiares, amigos e antigos colegas de trabalho de José Aparecido Milhorini.

O Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo comunica, com profundo pesar, o falecimento do policial penal José Márcio de Almeida, aos 52 anos de idade. José Márcio atuava no presídio de Marília, onde dedicou sua trajetória profissional com compromisso, integridade e respeito ao cargo que exercia. Era um profissional respeitado e querido entre os colegas. 

Seu corpo será levado para Londrina, onde será cremado. 

Neste momento de dor, o Sinppenal manifesta suas sinceras condolências à família, aos amigos e aos companheiros de trabalho de Almeida.