Campanha de arrecadação visa custear cuidados da esposa, internada em estado grave na Santa Casa de Araraquara
O (SINPPENAL) vem pedir sua solidariedade para o Policial Henrique Marcel de Almeida Braga, lotado na Penitenciária de Araraquara.
Há cerca de 10 dias, a esposa do policial penal, Karen Alessandra Francisco Canhas Braga, passou mal e precisou ser internada em regime de urgência na Santa Casa de Ibitinga, cidade onde o casal reside. Após diversos exames, foi constatada uma grave lesão no fígado. O quadro clínico se agravou rapidamente: Karen também apresentou complicações renais e precisou receber duas bolsas de sangue.
Atualmente, ela está internada na Santa Casa de Araraquara, aguardando o resultado da biópsia do fígado e do baço, que pode levar até 15 dias. Por conta do estado debilitado, Karen necessita de acompanhante 24 horas por dia.
Nosso irmão conta com sua solidariedade
Frente a situação financeira enfrentada pela maioria dos Policiais Penais, Henrique está sem condições de arcar com um acompanhante profissional, ele e sua sogra estão se revezando nos cuidados no hospital. Devido a situação ele já faltou a dois plantões e dará entrada em pedido de afastamento, agravando ainda mais a situação financeira da família.
Como ajudar
O SINPPENAL reforça que qualquer valor é bem-vindo e fará diferença para custear despesas do tratamento, alimentação e transporte durante este momento crítico.
Chave Pix (CPF): 382.989.638-73
Titular: Henrique Marcel de Almeida Braga
Banco: Itaú
Corrente de oração e divulgação
Além das doações, o sindicato pede que todos compartilhem esta campanha em suas redes sociais e incluam a família Braga em suas orações. A esposa do policial Henrique encontra-se internada na Santa Casa de Araraquara, e a força da categoria é essencial neste momento.
Se não bastasse a humilhação de sermos desprezados no reajuste dado às outras Polícias, de vermos que enquanto nossa progressão de carreira fica cada vez mais longa, enquanto o governo encurta o tempo de progressão para as Polícias militar e Civil.
Se não fosse suficiente que passados quatro meses de 2026 sequer temos uma definição de como será nossa promoção prevista em lei.
Se não fosse desumanizante o suficiente vermos que serviram pão mofado aos Policiais Penais do Complexo de Pinheiros.
Nesta Semana Santa vimos uma companheira de trabalho morrer em serviço, enquanto exercia sua função de manter a segurança da sua unidade.
Na verdade tivemos duas mortes, uma delas de um Policial de apenas 47 anos.Em ambos os casos doenças cardíacas levaram nossos companheiros de farda, provando mais uma vez que o cansaço e o estresse são os assassinos silenciosos que espreitam o Policial Penal sob os olhos cúmplices do governo.
Como se tudo isso não bastasse neste final de semana , vimos mais um companheiro tirar a própria vida.O quarto em quatro meses, deixando claro que nossa instituição está doente, que a pressão, cansaço, falta de amparo e desesperança chegaram a um nível fatal.
A pergunta que fica no ar é até quando vamos suportar?
Até quando vamos continuar garantindo o funcionamento de um sistema que nos enxerga como peças descartáveis?
Até quando vamos continuar arriscando nossa integridade física por um Governo que não nos respeita?
Até quando vamos nos sujeitar a seguir ordens absurdas e ilegais para “quebrar o galho” de chefes dispostos a tudo para manter seus cargos de comissão?
Até quando vamos normalizar o assédio moral e humilhações continuadas, que funcionam como a engrenagem principal da máquina de moer gente que virou o sistema prisional de São Paulo?
Enquanto reclamamos pela internet, enquanto ouvimos vozes das trevas que utilizam das desculpas mais torpes para defender o governo, enquanto nos debatemos entre nós por questões menores ou por cegueira ideológica, o governo dá risadas.
Enquanto vemos estados com salários muito maiores que o nosso se mobilizando para a luta, nos perdemos em reclamações estéreis.
Hoje estamos à beira do caos com uma população prisional que não para de crescer, enquanto a cada dia temos menos de nós nas carceragens, muralhas e escolta.
A cada dia vemos mais camaradas de farda caírem doentes, morrerem e se aposentarem, e a cada dia o caos dá mais um passo em nossa direção.
O que será necessário para acordarmos?
Estamos há um ano e quatro meses com a Polícia Penal regulamentada e até hoje não temos sequer uma carteira funcional decente, uma farda que marque nossa identidade única. A diária alimentação definida em lei é adiada sob desculpas burocráticas e a promoção que corrigiria a terrível injustiça daqueles que estão a 3, 4, 5 anos na mesma classe é apenas uma promessa que talvez se cumpra, talvez não.
Quando vamos perceber que ao não dar reajuste e aumentar o número de DEJEPS, Tarcísio quer usar nossa miséria para nos explorar cada vez mais?
Quando vamos perceber que ao atacar e perseguir os sindicatos e dialogar com pessoas de caráter duvidoso como se representassem a categoria, o Secretário busca calar a única voz que ainda se levanta em nossa defesa?
O que temos que perceber é que existe um PROJETO de sucateamento do Sistema Prisional Prisional paulista.
Privatização, terceirização e talvez a contratação de temporários fazem parte do planos do Governo Tarcísio.O que vemos não é mera antipatia com a Polícia Penal, não é falta de assessoramento ou de visão, é um projeto político muito bem definido, que depende de nossa paralisia, nossa acomodação e nosso silêncio, até que o caos se implante.
Quando o caos se generalizar, vão surgir as soluções mágicas, o dinheiro e a vontade política, envolvendo terceirização, PPPs e empresas. No final das contas os bodes expiatórios seremos nós, os Policiais Penais de São Paulo.
É com imenso pesar que o SINPPENAL comunica o falecimento na data de hoje (04/04) da Policial Penal Silvia Maria da Silva Oliveira lotada na PII de Presidente Venceslau.
Silvia estava trabalhando na portaria da unidade, quando teve um infarto, a Policial foi socorrida e encaminhada ao pronto socorro,onde veio a falecer.
Sílvia era casada com o Policial Penal João Marcos de Oliveira que trabalha na P1 De Venceslau.
Seu corpo será velado no Memorial da Organização Presidente, na cidade de Presidente Venceslau.
Nesse momento de dor o SINPPENAL estende seus mais sinceros pêsames ao marido, demais familiares, amigos e colegas de trabalho de Silvia Maria da Silva Oliveira.
Ontem(01/03) houve mais uma agressão a um Polícial Penal, desta vez na unidade de Icém. O Policial Penal foi atingido com um marmitex e garrafas PET, além de cusparadas, quando foi fechar os cadeados, após a tranca.
Devido a falta de pessoal no dia (02/03) de hoje o GIR deve intervir na unidade para retirar o preso e realizar uma blitz. Na segunda-feira outro Policial Penal foi agredido em Cerqueira César na hora da contagem.
O CDP de Icém que tem capacidade para 823 presos, está com uma população de 1364, segundo os últimos dados disponíveis a unidade conta com apenas 112 Policiais Penais.
A lotação de 165%, bem acima do limite de 137,5% permitido pelo STF e a proporção de 12 presos para cada Policial,mais do dobro do recomendado pelo CNPC.
Infelizmente esses números são a realidade de boa parte das unidades paulistas, o que tem tornado as agressões e ocorrências disciplinares cada vez mais comuns.
Nos ajude a denunciar
O Sinppenal está realizando sua terceira pesquisa sobre agressões no sistema prisional paulista, sua participação é fundamental, a pesquisa é totalmente anônima e você gasta apenas alguns minutos. Participe, acesse a pesquisa em:https://forms.gle/dHdi4VkqSb5QhR2AA
É com profundo pesar que o SINPPENAL comunica o falecimento, no dia de hoje, do Policial Penal Carlos Eduardo Francisco de 47 anos lotado na Base de Escolta de Mirandópolis.
Francisco que trabalhava na vigilância externa e havio sido transferido para a escolta, passou mal e teve de ser transferido do Hospital Estadual de Mirandópolis para a Santa Casa de Araçatuba, onde foi submetido a cateterismo e angioplastia, falecendo na UTI daquela unidade hospitalar na manhã de hoje.
Seu velório acontecerá amanhã (05/04) a partir das 7h no Cerimonial Cardassi em Mirandópolis e o sepultamento às 16:00h no Cemitério Municipal de Mirandópolis.
Nesta hora de pesar o SINPPENAL, apresenta seus mais sinceros votos de pesar a todos os familiares, amigos e colegas de trabalho de Carlos Eduardo Francisco.
O SINPPENAL alerta toda a categoria: a partir de 1º de abril de 2026, o Recadastramento de Servidores Ativos passa a ser obrigatório no mês do seu aniversário. O não cumprimento da exigência dentro do prazo poderá acarretar a suspensão da sua remuneração.
A nova regra, estabelecida pela Resolução SGGD nº 09/2026 e pela Instrução Normativa SGP nº 09/2026, vale para todos os servidores ativos (civis e militares) das Secretarias, Autarquias e Fundações do Poder Executivo do Estado de São Paulo — incluindo, é claro, os Policiais Penais.
FIQUE ATENTO ÀS DATAS:
ONDE FAZER?
O recadastramento é feito exclusivamente por meio do App SOU.SP.GOV.BR (disponível para Android na Google Play e para iOS na App Store) ou pela Plataforma Web (https://sou.sp.gov.br).
O governo disponibilizou um vídeo com o passo a passo : https://www.youtube.com/watch?v=rmxhzBzpwgM
O SINPPENAL orienta que todos os policiais penais coloquem um lembrete no calendário e não deixem para a última hora. A responsabilidade agora é individual e o impacto financeiro é direto.
Em caso de dúvidas ou dificuldades no processo, o SINPPENAL recomenda que o associado procure o setor de recursos humanos do seu estabelecimento penal ou entre em contato com o sindicato para orientações complementares.
Nesta segunda-feira um Policial Penal foi agredido na Penitenciária de Cerqueira César.A agressão ocorreu durante a contagem do Raio 8.
O agressor primeiro espirrou água no polícia e depois arremessou uma garrafa pet. Alegando que a agressão era um protesto contra a falta d’água e a baixa qualidade da alimentação.
Temendo mais arremessos, o Policial se retirou do raio e acionou a chefia, que trouxe reforços.
Com a chegada dos reforços o agressor se manteve desafiante e foi apoiado por outro preso da mesma cela.
Devido a baixa quantidade de efetivo, a unidade teve de convocar o GIR para retirar o agressor do pavilhão habitacional.
Embora o incidente tenha sido de baixa gravidade, demonstra claramente o aumento das tensões nas unidades.
Ataques com água quente, fezes, urina, sangue ou produtos de limpeza têm se tornado mais comuns. A maioria dos Polícias Penais tem tido que redobrar a atenção na hora da contagem, pois além dos arremessos tem havido tentativas de homicídio com espetos improvisados com cabos de vassoura.
A unidade de Cerqueira César tem capacidade para 847 presos e uma população de 1565, 84% acima do previsto e muito acima dos 137,5% determinados pelo STF como lotação máxima tolerável. No final de 2025 a Inspeção do CNJ na unidade apontou que haviam apenas 116 Policiais Penais, o que significa uma proporção de mais de 13 presos por policiais, mais do dobro do recomendado, ameaçando a vida dos Policiais e a segurança da sociedade.
Participe de nossa pesquisa sobre agressões no Sistema Prisional
Frente ao aumento do déficit de pessoal e falta de infraestrutura das unidades, o SINPPENAL está realizando uma pesquisa sobre agressões, tal pesquisa tem como objetivo desmascarar a propaganda do Governo Tarcísio que alega estar investindo em segurança pública.
É importante que a população conheça nossa realidade e saiba que os herois que mantêm afastados da sociedade alguns dos mais perigosos criminosos do estado, além de desvalorizados por um Governador que nos negou aumento junto com as demais Polícias, também são agredidos e ameaçados diariamente.
A pesquisa é rápida e anônima, você pode respondê-la neste link:https://forms.gle/wFxUXGFVrc5BN9sh8
Rua Leite de Moraes, 366 - Santana - São Paulo /SP Cep:02034-020 - Telefone :(11)2976-4160 sifuspesp@sifuspesp.org.br.