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O policial penal Nicanor, que atuava no Centro de Detenção Provisória (CDP) de Caraguatatuba, precisa da nossa ajuda. Vítima de um acidente que lhe custou a mobilidade e a independência, ele aguarda há quase três anos por uma prótese. Além das limitações decorrentes do acidente provocado por um motorista alcoolizado, Nicanor convive com diabetes e pressão alta, o que agrava ainda mais seu quadro. 

 

As dificuldades financeiras que se seguiram ao acidente tornaram a busca por recuperação um desafio ainda maior para a família de Nicanor. Uma prótese custa aproximadamente R$ 20.000, valor que a família não tem condições de custear. 

 

Até o momento, a vaquinha organizada pela família arrecadou R$ 640,00  e ainda há um longo caminho a ser percorrido. Qualquer doação é bem-vinda e há duas formas para contribuir: 

A vaquinha online: vakinha.com.br/vaquinha/ajude-meu-pai-a-voltar-a-andar-victor-emanoel-oliveira-camargo

E a chave Pix : Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Qualquer valor é bem-vindo e toda contribuição faz diferença. Se não puder contribuir financeiramente, compartilhe este link.

 

O Instituto de Assistência Médica ao Servidor Público Estadual (Iamspe) disponibilizou um novo canal de comunicação voltado ao atendimento e acolhimento de seus usuários. Batizado de "Iamspe com Você — Central de Acolhimento e Cuidado (CAC)", o serviço foi criado para facilitar o acesso a informações, esclarecer dúvidas e oferecer suporte em relação aos serviços prestados pela instituição.


A iniciativa centraliza diferentes formas de contato em um único canal. Pela CAC, os beneficiários podem receber orientações, solucionar pendências e obter auxílio relacionado aos serviços do Iamspe, às unidades de atendimento e à rede credenciada.


O atendimento pode ser feito pelo telefone (11) 4573-9945, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou presencialmente na Avenida Ibirapuera, 981, térreo, no bairro de Indianópolis, em São Paulo. O horário de funcionamento telefônico e presencial é de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h.


O Iamspe ressalta, no entanto, que a Central de Acolhimento e Cuidado não realiza agendamentos de consultas ou exames. O canal é destinado exclusivamente ao suporte, orientação e resolução de questões relacionadas aos serviços oferecidos pelo Instituto. Para marcação de consultas e exames, os usuários devem utilizar os canais específicos, como a Central de Atendimento pelo telefone (11) 4003-8559, que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, ou pelo Portal do Iamspe.

A ação do Sinppenal contra a São Paulo Previdência (SPPREV) pela aplicação correta da nomenclatura de Policial Penal aos servidores aposentados está pronta para julgamento. Mas vai ter que esperar. O juiz Renato Augusto Pereira Maia, da Vara do Núcleo Especializado de Justiça 4.0 de Ações Coletivas, reconheceu a conexão entre duas ações sobre o mesmo tema e determinou que os dois processos sejam julgados juntos. 


A ação do Sinppenal foi proposta no Núcleo Especializado de Justiça 4.0, juízo com competência exclusiva para ações coletivas desse tipo. Foi esse núcleo que avocou a competência da outra ação, de idêntica solicitação, que tramitava em outra comarca. A sentença que o juiz proferir na ação do Sinppenal vai valer para a outra também, já que os processos foram reunidos. 


O processo

Em 2024, o Estado aprovou a Lei Complementar 1.416, que extinguiu os cargos de Agente de Segurança Penitenciária e Agente de Escolta e Vigilância Penitenciária e criou a denominação única de Policial Penal. O artigo 80 determina expressamente que as disposições se aplicam aos aposentados e pensionistas. Mesmo com a lei sancionada, a SPPREV trata os aposentados de três formas diferentes. Alguns aparecem nos demonstrativos com a nomenclatura antiga, de cargos extintos. Outros com uma designação híbrida, como "AEVP / Policial Penal", sem o nível correspondente. Um terceiro grupo tem a nomenclatura correta. Três tratamentos distintos para servidores da mesma categoria, sem critério objetivo que justifique a diferença.


O Sinppenal entende que a ausência de nomenclatura correta pode comprometer a paridade e a integralidade dos aposentados. Se o cargo do aposentado não corresponde ao do servidor da ativa, futuras revisões e reajustes podem ser aplicados de forma equivocada. Trata-se de segurança jurídica para cerca de 50 mil servidores entre ativos, aposentados e pensionistas da Secretaria de Administração Penitenciária.