O policial penal Reginaldo Sérgio da Silva, da Penitenciária Nilton Silva de Franco da Rocha, morreu recentemente vítima de um AVC. Além de toda dor e sofrimento, sua esposa Mara está passando por dificuldades financeiras e precisa de nossa ajuda.
Para ajudar financeiramente a família, amigos do Reginaldo organizaram uma rifa solidária. Cada número custa R$ 20,00 e dá direito a concorrer a um prêmio de R$ 200,00, transferido via Pix para quem tiver sorte.
Além da participação na rifa, também são aceitas doações de qualquer valor, revertidas integralmente para Mara neste momento de recomeço.
Quem quiser contribuir pode enviar o valor para a chave Pix Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Os organizadores garantem transparência total em toda a movimentação. O extrato da conta usada para receber os valores foi retirado zerado antes do início das arrecadações, e um novo extrato atualizado será divulgado assim que a campanha for encerrada, junto ao comprovante da transferência final para Mara.
Mais informações sobre a rifa podem ser obtidas diretamente com Simone ou Xuxa, pelos telefones (11) 95907-8395 e (11) 99997-3980.
A iniciativa reforça algo que move a categoria desde sempre, o cuidado de uns com os outros nos momentos mais difíceis. Reginaldo dedicou parte da vida ao trabalho dentro do sistema penitenciário, e agora são os próprios colegas de farda que se organizam para retribuir esse compromisso, oferecendo à família dele o amparo que a categoria costuma oferecer quando alguém precisa.
Quem já passou por uma perda assim sabe que gestos simples fazem diferença.
O Sinppenal lamenta com pesar o falecimento de Erik Ricardo Cesco, oficial administrativo que atuava em Tupi Paulista. Cesco faleceu no último sábado (04/07), aos 53 anos.
Ele deixa a esposa, além de familiares e amigos que agora enfrentam o peso dessa despedida. O velório ocorreu na tarde de domingo, no Velório Municipal de Tupi Paulista. O cortejo fúnebre partiu às 16h em direção ao cemitério local, encerrando o momento de despedida presencial com quem o acompanhou em vida.
O Sindicato da Polícia Penal de São Paulo se solidariza com a esposa, os familiares, os amigos e os colegas de trabalho de Erik Ricardo Cesco neste momento de dor. Que a memória de seu jeito acolhedor e do trabalho bem feito permaneça viva entre quem teve o privilégio de conhecê-lo.
O Sinppenal (Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo) vem a público manifestar seu profundo agradecimento e reconhecimento às diversas entidades sindicais e federativas de vários estados brasileiros que, em um gesto de coragem e unidade classista, publicaram notas de repúdio contra a perseguição sistemática impetrada pelo Governo do Estado de São Paulo contra esta diretoria. O apoio recebido reforça que a tentativa de cerceamento da liberdade sindical não é um ataque isolado ao Sinppenal, mas uma agressão a todo o movimento sindical brasileiro e aos princípios democráticos que regem nossa nação.
As notas publicadas pelas entidades coirmãs destacam a gravidade do momento vivido pelos policiais penais paulistas. O SindSistema Penal RJ destacou que a “liberdade sindical é uma garantia constitucional e um dos pilares do Estado Democrático de Direito” e reafirmou seu compromisso com a defesa das garantias constitucionais, da liberdade sindical e da autonomia das entidades representativas.
O Sindppen-RN salienta que a “abertura de processos administrativos contra dirigentes sindicais em razão de manifestações públicas, críticas à gestão, denúncias de problemas estruturais e posicionamentos relacionados à atividade sindical representa uma afronta aos princípios democráticos”. Segundo nota divulgada pela entidade, nenhum trabalhador pode ser punido por exercer o direito constitucional de representação, fiscalização e defesa dos interesses da categoria.
A Fenasppen reforçou, em sua nota de repúdio, que a “atividade sindical não constitui favor concedido pelo Estado, mas garantia constitucional destinada à proteção dos trabalhadores. A defesa das condições de trabalho, da valorização profissional, da segurança dos servidores e do aperfeiçoamento das políticas públicas do sistema penal não representa afronta à Administração Pública."
A SINPOLJUSPI destaca que o “exercício do mandato sindical não pode servir de fundamento para perseguições administrativas, retaliações disciplinares ou qualquer medida que tenha por finalidade constranger a atuação legítima de representantes eleitos pela categoria."
Esta mobilização nacional demonstra que a luta do Sinppenal é legítima, necessária e compartilhada por aqueles que compreendem que a segurança pública e o sistema prisional não podem ser geridos sob a égide do medo e da mordaça, tal como os militares faziam durante os anos de chumbo da ditadura militar. A tentativa de intimidar o presidente Fábio Jabá com o seu 10º Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e a perseguição a outros dirigentes apenas evidenciam a fragilidade de uma gestão que prefere punir o mensageiro a resolver os problemas estruturais denunciados.
O Sinppenal reafirma seu compromisso inabalável com a liberdade sindical e com a defesa intransigente dos policiais penais de São Paulo. Não recuaremos diante de intimações, retaliações ou tentativas de silenciamento. Nossa voz é a voz de milhares de servidores que enfrentam diariamente o sucateamento e o risco de vida nas unidades prisionais.
A unidade demonstrada por estas entidades é o que garante a sobrevivência dos direitos trabalhistas e a dignidade da nossa profissão. Conclamamos todas as forças sindicais a permanecerem em alerta e unidas contra qualquer forma de autoritarismo estatal. A perseguição a um dirigente sindical é uma ameaça a todos os trabalhadores.
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