O SINPPENAL vem a público pedir a solidariedade de toda a categoria para com a Policial Penal Érica Moreira de Abreu, lotada na Penitenciária Feminina de Santana. A servidora enfrenta um grave problema de saúde e necessita de auxílio urgente para custear seu tratamento.
Érica foi diagnosticada com câncer e vem realizando quimioterapia. No entanto, o tratamento tem causado efeitos colaterais severos que comprometem sua respiração, tornando necessária a realização de uma cirurgia. A situação exige atenção imediata, e os custos médicos e hospitalares representam um peso financeiro adicional para a policial penal e sua família.
Diante desse momento delicado, o SINPPENAL pede a todos que possam contribuir com doações, que podem ser feitas via PIX. Qualquer valor é bem-vindo e fará diferença para ajudar Érica a passar por essa fase com mais tranquilidade.
As doações podem ser feitas via PIX pela chave :1499735-5338 em nome de Erica Moreira A. Ribeiro.
A Policial Penal de 37 anos necessita nesse momento difícil de toda nossa solidariedade e apoio.
Ajude a divulgar esta campanha. Cada contribuição é uma demonstração de carinho e esperança para a Policial Penal Érica Moreira de Abreu e sua família.
A Polícia Penal do Estado de São Paulo tem motivos para se orgulhar mais uma vez. Na madrugada de quarta-feira (04/08), uma policial penal da Penitenciária Feminina de Santana realizou um parto dentro da unidade prisional, garantindo a segurança da mãe e da bebê em uma situação de extrema urgência. Mãe e filha passam bem.
O trabalho da policial penal vai muito além de garantir a segurança da unidade e dos blocos. Naquela madrugada, a dedicação e o preparo da agente fizeram a diferença entre a vida e a morte de uma recém-nascida.
Segundo o relato da própria policial, tudo começou quando a gestante foi levada ao hospital, mas o médico avaliou que não era o momento do parto e orientou a volta para a unidade.
A gestante retornou à unidade por volta da meia-noite. Às três horas da manhã, começou a gritar. A partir daí, os eventos se precipitaram e a policial precisou assumir o controle da situação. "Ela começou a fazer força e já não dava para tirar da unidade.
O parto ocorreu por volta das cinco e dez da manhã. A situação exigiu presença de espírito e conhecimento prático. A bebê nasceu com o cordão umbilical preso no pescoço, ficando roxinha, sem chorar e estava engasgada. A policial posicionou a recém-nascida de bruços sobre a mão, fez massagens leves nas costas e conseguiu desengasgá-la. "Ela desengasgou e veio o primeiro choro dela. Foi maravilhoso."
Com a placenta já saída e sem recursos para pinçar o cordão, a policial decidiu seguir imediatamente para o hospital. Chegando lá, a equipe médica pinçou o cordão, e a bebê, descrita pela policial como linda, com um furinho no queixo, recebeu os primeiros atendimentos.
O SINPPENAL parabeniza a policial penal pela atuação brilhante e pela coragem demonstrada em um momento de tamanha responsabilidade. O episódio reforça o que a categoria sempre defendeu: o trabalho da Polícia Penal transcende a segurança dos muros e dos blocos. É cuidado, é resposta rápida, é vida.
Naquela madrugada em Santana, uma policial penal provou que proteger também significa agir e salvar vidas.
O Sinppenal vem através desta manifestar sua solidariedade aos trabalhadores da CPTM e ao seu sindicato,que foram acusados de “instrumentalização política” e “baderna”.
O Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil (STEFZCB) simplesmente quer a garantia de emprego aos trabalhadores , reivindicação mais que justa frente a privatização, e ofereceu suspender a greve caso a reivindicação fosse atendida.
O Governo que afirma ter “"Nosso compromisso é com quem acorda cedo todos os dias e precisa de um transporte público confiável…” foi o mesmo que concedeu as linhas 11-Coral, a Linha 12-Safira, Linha 13-Jade, além do serviço do Expresso Aeroporto para a empresa Trívia Trens.
A privatização gerou caos nos embarques com filas e superlotação nas estações Brás e Barra Funda com espera superior a 15 minutos logo no início da concessão. As falhas grosseiras da concessionária causaram acidentes como curto-circuito com incêndio em composições da Linha 12-Safira , que paralisaram o sistema e arriscaram a vida dos usuários
Além da falta de treinamento adequado dos terceirizados o corte de quase 500 postos de trabalho na área operacional colocou em risco a vida e o bem estar dos usuários
Relatos informam que a Trívia foi alertada pelos funcionários da CPTM sobre os problemas no sistema elétrico e a falta de preparo dos novos funcionários para lidar com eles, apesar disso não tomou providências.
Não é à toa que o Ministério Público do Estado de São Paulo abriu inquérito civil para apurar a queda na qualidade e o aumento expressivo de falhas após a transição.
Baderna é o que Tarcísio provoca no estado
Baderna é o que provoca a sanha privatizadora de Tarcísio,que causou a SABESP a aumentar as interrupções no fornecimento de água com cada vez mais falhas, como a que deixou São José dos Campos dois dias sem água.
Baderna são concessionárias que já mataram quatro paulistas , duas na explosão de uma obra no Jaguaré, uma devido a queda de uma tubulação em Mauá e outra devido ao rompimento de uma caixa d’água em Mairiporã.
Agora a baderna se amplia com os riscos se estendendo sobre o transporte ferroviário,como demonstrou o incêndio na Linha -12.
Privatiza o lucro, socializa o prejuízo
O Governo de Tarcísio de Freitas se especializou em criar um capitalismo sem riscos, como demonstrou ao premiar as concessionárias de estradas com R$6 bilhões, sob a desculpa de recompor os prejuízos com a COVID,ao descumprir suas promessas e aumentar a conta d’água para premiar a SABESP recém privatizada
E agora com a Trívia Trens assinou um contrato em que o Governo (ou seja o nosso dinheiro) vai compensar a concessionária pela manutenção da rede.
Ou seja, ao invés de jogar os custos para a concessionária, o governo assume os riscos e garante o lucro.
Para desmontar o Estado Tarcísio quer calar quem fala a verdade
Assim como ataca os funcionários da CPTM e seu Sindicato, Tarcísio também ataca o Sindicato e os trabalhadores do Sistema Prisional Paulista.
Além de proibir a entrada do sindicato nas unidades prisionais, Tarcísio persegue os Dirigentes do Sinppenal (Sindicato dos Policiais Penais) com Processos Administrativos e busca deslegitimar o sindicato.
Nosso Presidente Fábio Jabá já tem 11 PADs motivados por suas denúncias sobre a insegurança,as péssimas condições de trabalho e a falta de efetivo que é a mais grave da história do sistema prisional paulista.
Neste momento em que o emprego de milhares de pais e mães de família está em risco, devido a privatização, nós policiais penais através do Sinppenal estendemos nossa solidariedade a todos os funcionários da CPTM e a seu sindicato.
Rua Leite de Moraes, 366 - Santana - São Paulo /SP Cep:02034-020 - Telefone :(11)2976-4160 sifuspesp@sifuspesp.org.br.