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É com profundo pesar que o Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) comunica o falecimento do policial penal Gilson Andriotti, aos 56 anos. A perda de um colega que dedicou sua vida à segurança pública deixa um vazio que transcende os muros das instituições.

Gilson Andriotti atuava na Coordenadoria Noroeste e foi vítima de um infarto. O velório ocorreu na Loja Maçônica Tiradentes II e o sepultamento será realizado no dia 2 de maio de 2026, às 10 horas, no Cemitério Municipal de Cafelândia, conforme informações divulgadas pela Funerária Santa Terezinha.

Neste momento de dor, o Sinppenal estende sua solidariedade sincera à esposa Maria José Nobre, aos familiares, amigos e aos irmãos de farda que compartilham essa perda irreparável

 

Devemos Lembrar que antes de tudo somos trabalhadores

Hoje celebramos o dia do Trabalhador, neste dia devemos nos lembrar, que antes de sermos operadores de segurança pública, antes de sermos policiais, somos trabalhadores.

Vivemos do fruto de nosso trabalho, do salário que recebemos mensalmente, e dele dependemos para viver e sustentar nossas famílias.

Infelizmente o Estado mais rico da Federação, parece não se importar com aqueles que se arriscando, plantão, após plantão protegem a sociedade daqueles que dela foram segregados por cometerem crimes.

A anos sofremos com o descaso das autoridades que mesmo sendo eleitas para garantir que a sociedade funcione com harmonia, preferem fechar seus olhos para uma tragédia que se anuncia ano após ano. 

Para a maioria dos cidadãos nosso trabalho passa despercebido, justamente porque apesar da falta de pessoal e de condições de trabalho conseguimos evitar que esta panela de pressão exploda.O preço que pagamos por isso é gigantesco! Danos a nossa saúde, física e mental, queda da qualidade e da expectativa de vida.

Se descrevermos nossas condições e rotina de trabalho, as arbitrariedades, as condições precárias, estresse, riscos e sobrecarga. Qualquer especialista em direitos trabalhistas,dirá que nossos direitos mais básicos estão sendo violados.

Infelizmente o Estado de São Paulo, o Estado mais rico da federação, faz da violação cotidiana dos nossos direitos um dos pilares que sustentam o maior sistema prisional da América Latina.

A anos sofremos com um esvaziamento deliberado do quadro de pessoal, com a desvalorização sistemática de nosso trabalho, com salários cada vez menores.

Para manter essas condições desumanas,o Governo ataca sistematicamente o Sindicato e seus dirigentes. Sabem que a organização dos trabalhadores é a única barreira contra a violação de direitos e o caos. Para isso, se  utiliza desde a manipulação de atos administrativos e disciplinares até a infiltração de pessoas que sob o discurso que querem melhorias atacam  a única organização capaz de defender os direitos violados diariamente e denunciar para a sociedade o que o governo tenta ocultar.

Neste dia que representa a luta histórica dos trabalhadores, devemos parar e pensar, que antes de tudo somos trabalhadores e que o sindicato é nossa ferramenta de luta.

Ele representa nossa união em torno do objetivo comum de melhores condições de vida. pois o sindicato não é um prédio, não é um cnpj, o sindicato somos nós TRABALHADORES, unidos e organizados.

 

O Sinppenal informa com profundo pesar o falecimento de Alexandre da Silva, conhecido entre os companheiros como Chucky. Ele era policial penal lotado na Penitenciária II de Itapetininga e deixa um histórico de dedicação ao sistema prisional paulista. Alexandre faleceu em decorrência de sérias complicações renais. 

O sepultamento que está marcado para as 12 horas desta sexta-feira no cemitério local. 

Neste momento de tristeza absoluta manifestamos nossa total solidariedade aos familiares e aos amigos de Alexandre. Perder um colega de trabalho que compartilhava o cotidiano difícil das unidades prisionais causa um impacto profundo em toda a categoria. 

Desejamos que as boas lembranças tragam algum conforto àqueles que sofrem com essa ausência inesperada.