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O Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) comunica, com profundo pesar, o falecimento da policial penal Lígia Veiga, 65 anos, que atuava em Registro. Ela nos deixou no domingo (3/5) e foi sepultada na segunda-feira (4/5).

Durante seus oito anos de trabalho na SAP, Lígia se destacou como u exemplo de dedicação e compromisso com a instituição. Seus colegas a recordam como uma profissional que enfrentava cada desafio com determinação. Fora do ambiente de trabalho, ela era uma mãe e avó amorosa, tendo criado seis filhos.

A morte de Lígia ocorreu após complicações de saúde. Ela enfrentava uma infecção que estava sendo tratada antes do início de um tratamento oncológico, quando sofreu uma parada cardíaca. 

Neste momento de dor, o Sindicato da Polícia Penal de São Paulo estende sua solidariedade à família de Lígia, aos seus amigos e aos colegas que tiveram a honra de trabalhar ao seu lado.

É com profundo pesar que o Sinppenal comunica o falecimento do policial penal Reginaldo Sérgio da Silva, ocorrido nesta terça-feira, 5 de maio de 2026. Reginaldo era lotado na Penitenciária Nilton Silva, no Complexo I de Franco da Rocha, e deixará uma lacuna imensa entre seus colegas de farda e amigos.

Nascido em 31 de agosto de 1974, Reginaldo dedicou anos de sua vida ao serviço público e à segurança da sociedade paulista.

O Sinppenal expressa sua solidariedade à família e aos amigos de Reginaldo Sérgio da Silva neste momento de dor.

O Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) recebeu reclamações de servidores que tiveram descontos suspeitos em seus contracheques relacionados à CredCesta, uma das operadoras financeiras do Banco Master. Segundo os relatos, há casos de descontos não autorizados no holerite, de cobranças excessivas e práticas abusivas. 

O Banco Master foi liquidado pelo Banco Central em decorrência de gestão fraudulenta, e sua parceira PKL/CredCesta também enfrenta suspensões e investigações por práticas abusivas. Apesar dessa situação, descontos continuam sendo realizados nos contracheques de funcionários públicos, gerando endividamento progressivo e dificuldades financeiras.

Os problemas identificados envolvem modalidades de cartões e operações. Servidores relatam descontos não autorizados, contratos de cartão disfarçados de empréstimo, e uma prática particularmente prejudicial: o desconto apenas do pagamento mínimo do cartão no holerite, o que aumenta exponencialmente a dívida ao longo do tempo. 

Os cartões envolvidos nessas denúncias incluem o Cartão de Crédito Consignado Master, Cartão CredCesta, Cartão Will Bank, M Fácil Consignado e PKL One. A dificuldade de cancelamento é outro ponto crítico relatado pelos servidores, que enfrentam obstáculos burocráticos mesmo após solicitar o encerramento das operações.

O Departamento Jurídico do Sinppenal está avaliando que medidas podem ser adotadas para proteger os associados e evitar novos abusos. A entidade trabalha para identificar padrões nas denúncias e buscar soluções coletivas que beneficiem todos os afetados.

Se você identificou descontos irregulares em seu holerite relacionados ao Banco Master, CredCesta ou qualquer uma das operadoras mencionadas, o Sinppenal solicita que entre em contato imediatamente. Envie seu nome, telefone para contato e, se possível, cópia do holerite onde apareça o desconto suspeito, contracheques, contratos e protocolos de reclamação, caso possua. Todos os dados serão preservados com sigilo absoluto e utilizados apenas para fins de análise jurídica e proteção dos direitos dos servidores.

Os dados podem ser enviados para o e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Quanto mais servidores denunciarem, mais força terá a entidade para negociar soluções com os órgãos competentes e buscar reparação pelos danos causados.