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Três presos fugiram do Centro de Progressão Penitenciária (CPP) de São Vicente após montar uma pirâmide humana para ultrapassar a área interna e pular o alambrado da unidade. Os detentos estavam separados porque não participariam da saidinha e aproveitaram a oportunidade para escapar nesta terça-feira (16). 


A Polícia Militar foi acionada logo em seguida e o helicóptero Águia foi despachado para auxiliar nas buscas. Os fugitivos foram avistados por último a pouco mais de 200 metros de distância do presídio, segundo informações repassadas ao Sinppenal, mas ainda não foram recapturados.


O CPP São Vicente foi projetado originalmente para funcionar como Centro de Detenção Provisória feminino, mas hoje abriga uma população carcerária que ultrapassa em muito a capacidade ideal. A unidade tem capacidade para 827 presos, mas atualmente comporta 1.063 detentos, o que representa uma superlotação de 29%. 


O efetivo de policiais penais responsáveis pela segurança da carceragem é de apenas 78 servidores distribuídos em quatro turnos, resultando em uma proporção de um agente para cada 13 detentos. A recomendação do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária e do Conselho Nacional de Justiça, para o bom funcionamento das unidades, é que cada policial penal se responsabilize por um grupo de apenas cinco pessoas.


A fuga expõe a fragilidade dos controles físicos da unidade, que conta com seis torres de vigilância frequentemente desguarnecidas por causa do déficit funcional de 39% que atinge a Polícia Penal e o sistema como um todo. Com menos profissionais do que o necessário e torres de vigilância sem ocupação regular, o contorno externo da carceragem fica vulnerável a tentativas de escape. 


A superlotação agrava ainda mais o cenário, já que a rotina de uma unidade com 29% mais presos do que a capacidade projetada dificulta o controle e a supervisão individualizada. O efetivo da unidade somando a base de escolta é de 148 agentes, enquanto a base de escolta tem aproximadamente 70 profissionais. Essa distribuição insuficiente de recursos humanos deixa claro que o sistema penitenciário paulista enfrenta uma crise estrutural que vai muito além de um caso isolado de fuga. 


A Polícia Militar fez as buscas pelos três detentos foragidos, com apoio aéreo do Águia, mas eles não haviam sido recapturados até a tarde desta quarta-feira.

A policial penal Sirlene Aparecida Donatoni enfrenta um período muito difícil e conta com a união da nossa categoria para superar esse obstáculo. Ela está afastada para tratamento de saúde devido a um quadro de síndrome do pânico e intenso sofrimento psíquico. Esses sintomas impedem que ela exerça suas atividades profissionais no momento, mas o apoio que ela deveria receber do Estado não aconteceu.


O histórico médico de Sirlene é detalhado e de pleno conhecimento dos médicos peritos e do DPME, mas a servidora está sem salário desde o dia 29 de abril de 2026. O atestado que solicitava 90 dias de licença foi negado na fase pericial e também no pedido de reconsideração. Essas negativas foram publicadas no Diário Oficial do Estado em 14 de maio e 2 de junho de 2026. Além disso, uma nova licença referente a um atestado de 19 de maio também foi indeferida no Diário Oficial de 1 de junho. Atualmente ela possui um novo atestado datado de 2 de junho e aguarda o agendamento da perícia.


Essa sucessão de negativas deixou a servidora em uma situação financeira insustentável. Por conta desse descaso administrativo e da ausência de remuneração, Sirlene decidiu organizar uma vaquinha entre os colegas. O objetivo é garantir o sustento básico enquanto ela busca o restabelecimento de sua saúde mental e física. 


As doações podem ser feitas por meio da chave Pix 18991946183, que pertence ao Banco PicPay. Cada contribuição é um gesto de fraternidade com uma companheira que dedica sua vida ao sistema prisional e agora precisa de amparo.

Quem é filiado ao Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo (Sinppenal) tem descontos de 15% nas aulas de pilates e nas sessões de fisioterapia com a fisioterapeuta Suele Martins, em Presidente Prudente. 


Os associados podem escolher por aulas 1 vez na semana (R$ 185); 2 vezes (R$285) ou 3 vezes (385).  O desconto é aplicado sobre o plano escolhido e o acesso é simples. Os interessados precisam apenas apresentar o holerite ou boleto como comprovante de filiação ao Sinppenal. 


O estúdio fica localizado na Rua Jacob Blumer, número 170, em Presidente Prudente. Para mais informações, os associados podem entrar em contato pelo telefone (18) 99752-9546. 


A parceria traz benefícios reais para quem trabalha na segurança penal. Pilates e fisioterapia são serviços que ajudam a manter a saúde, aliviar tensões do dia a dia e prevenir lesões. Para profissionais que lidam com situações de estresse constante, essas práticas fazem diferença na qualidade de vida. Associe-se ao Sinppenal e garanta acesso a descontos e parcerias exclusivas!