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Testes aconteceram no último fim de semana


A Comissão de Concurso Público para vários cargos publicou nesta terça-feira, 27/03, o gabarito preliminar das provas objetivas realizadas no último fim de semana por candidatos a funcionários das áreas meio do sistema prisional paulista.

Entre os cargos estão os de oficial administrativo, técnico de enfermagem, analista administrativo, analista sociocultural(pedagogo), agente técnico de assistência à saúde(assistente social, terapeuta ocupacional e psicólogo), cirurgião dentista e enfermeiro.

As informações estão disponíveis entre as páginas 161 e 165 do Caderno Executivo I, do Diário Oficial do Estado de São Paulo, e podem ser consultadas neste link. O gabarito também está disponível na página oficial da MS Concursos: www.msconcursos.com.br, empresa responsável pela organização do certame.

Caso o candidato questione os gabaritos, deverá preencher formulário para entrar com o recurso no site da MS Concursos, entre os dias 28 e 30/03.

É importante destacar que a MS Concursos continua incomunicável apesar da insistência dos candidatos e do SIFUSPESP em buscar junto à empresa explicações sobre os erros em inscrições que fizeram com que muitas pessoas fossem impedidas de fazer as provas objetivas nas cidades escolhidas no ato da inscrição.

O sindicato seguirá pressionando a empresa e a SAP para que os candidatos que se sentiram prejudicados ao não conseguir fazer a prova possam ter sua situação resolvida.

Agendamento para consultas deverá ser feito por telefone


A sede regional do SIFUSPESP em Mirandópolis começará a prestar atendimento psicológico a seus associados a partir da próxima semana. Os atendimentos serão feitos pela psicóloga Bruna Antunes. O agendamento deverá ser feito pelo telefone (18) 3701-5395. A sede regional fica na Rua Júlio Prestes, 341(Esquina com o "Espaço Festas").

Formada pela Universidade Paulista(UNIP) de Araçatuba, Bruna acredita que o equilíbrio emocional é fundamental para o desempenho de qualquer trabalho. “Quando se trata do ambiente das unidades prisionais, onde existe mais risco na comparação com outras atividades, a atuação do psicólogo se torna indispensável para garantir uma vida mais saudável e de bem estar para os funcionários”, explica a psicóloga.

Na opinião de Bruna, os trabalhadores penitenciários são comumente acometidos por crises de depressão, ansiedade e síndrome de burnout, entre outros males ligados ao estresse de suas atividades que exigem cuidados e atenção redobrada por parte dos profissionais da saúde mental.

“Por esse motivo, o atendimento psicológico do sindicato será fundamental para garantir que essas pessoas possam ter mais harmonia ao lidar com o seu cotidiano e exercer seu trabalho sem o peso tão grande que é lidar com o sistema prisional e sem ter o apoio de um profissional”, afirma a psicóloga.

 

 

 

 

 

Anderson Pereira, agente penitenciário e deputado estadual em Rondônia, falou sobre Polícia Penal, união da categoria e realidade do sistema em seu estado

 

O agente penitenciário e deputado estadual de Rondônia, Anderson Pereira, esteve na sede do SIFUSPESP em São Paulo na última sexta-feira, 23/03, para dialogar com o sindicato sobre o momento de união da categoria em torno da aprovação de pautas favoráveis aos trabalhadores penitenciários em todo o país. Pereira também falou sobre a realidade que envolve o trabalho da segurança pública em seu Estado.

O parlamentar, que foi presidente do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Socioeducadores(SINGEPERON) de Rondônia entre 2011 e 2016 falou com o presidente do SIFUSPESP, Fábio César Ferreira, sobre temas como a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional(PEC) que cria a Polícia Penal. Já ratificada pelo Senado, a PEC está travada na Câmara devido à intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro.

Na opinião de Anderson Pereira, a criação da Polícia Penal pode trazer grandes benefícios à população brasileira e aos trabalhadores penitenciários. “O trabalho policial que já é feito pelos agentes no cumprimento da pena dos detentos pode ser ampliado no sentido do uso da inteligência para a prevenção de crises nas unidades e de aumento da segurança da sociedade, na integração com outras polícias e consequente bem estar de todos”, afirmou.

Para o parlamentar, a possível aprovação do Sistema Unificado de Segurança Pública, que vem sendo ventilada pelo governo federal, também pode colaborar nesse sentido. “Em Rondônia nós já possuímos uma ligação forte com as Polícias Civil e Militar nos quesitos de investigação e troca de informações, o que permite que possamos exercer nossas atividades de forma a combater a criminalidade com maior eficiência”, destacou Pereira.

O deputado estadual e agente penitenciário ainda relatou aos diretores do SIFUSPESP algumas das dificuldades enfrentadas pelos trabalhadores penitenciários em Rondônia. Pereira esclareceu que o Estado, que conta com cerca de 12 mil detentos e um quadro de 3 mil agentes, possui dificuldades na gestão das penitenciárias devido à grande distância entre as unidades e também à falta de estrutura para seu bom funcionamento.

“Apesar de estar em uma situação ainda difícil, precisando de mais funcionários, o sistema prisional em Rondônia melhorou muito desde que o sindicato passou a ser mais atuante - inclusive com uma greve que durou mais de dois meses, em 2014 - pois antes não tínhamos sequer viaturas para fazer o transporte dos presos e armas para a escolta, além de ter o pior salário da categoria do Brasil na época”, afirma.

Para Pereira, essa luta constante dos movimentos políticos, que em Rondônia simbolizou mudanças efetivas no sistema prisional, precisa continuar em âmbito nacional para que os objetivos da categoria sejam atingidos. “Como deputado eu observo hoje como os governos funcionam e vejo o quanto eles respeitam e dialogam com os sindicatos se a luta é prioridade”, finalizou.

  

 

Em audiência pública, servidores exigiram afastamento de Latif Abrão Júnior e fizeram abraço simbólico do instituto denunciando o abandono por parte do governo do Estado

Cerca de 400 servidores e integrantes da Comissão Consultiva Mista(CCM) do Instituto de Assistência Médica do Servidor Público Estadual(IAMSPE) fizeram na última quinta-feira, 22/03, um protesto simbólico durante audiência pública sobre a crise no instituto realizada na sede do Hospital do Servidor Público Estadual, na zona sul de São Paulo.

Os funcionários criticam a situação de abandono pela qual passa o IAMSPE, que possui cerca de 1,3 milhão de usuários entre servidores e seus familiares. A principal queixa se refere à falta de investimentos por parte do governo do Estado, que não concede qualquer contrapartida aos recursos repassados ao instituto por parte dos próprios pacientes.

Os servidores também questionam a falta de infraestrutura suficiente para atender aos usuários, sobretudo com a contínua remarcação de exames, consultas e cirurgias que têm afetado pessoas em todo o Estado.

Após a audiência, que contou com a participação dos deputados estaduais Carlos Neder e Marcos Martins, ambos do PT, os servidores caminharam até a superintendência do IAMSPE e fizeram um abraço simbólico do instituto, pedindo a saída imediata de seu superintendente, Latif Abrão Júnior. O Ministério Público Estadual pediu à Justiça o afastamento de Abrão Júnior do cargo sob acusação de improbidade administrativa.

A ação civil pública impetrada pelo MP pede a indisponibilidade dos bens do superintendente e da Qualicorp sob a suspeita de desvio de finalidade do edital para o fornecimento de serviços contratados pelo IAMSPE. Em dois contratos firmados com a Qualicorp, Abrão Júnior teria dado prejuízo de mais de R$405 milhões ao instituto.

Para o diretor de Saúde do SIFUSPESP, Luiz da Silva Filho, que é um dos membros da CCM, a manifestação foi muito importante para mostrar ao governo do Estado a união dos servidores em prol de melhorias na saúde.

Ainda de acordo com o sindicalista, a Comissão Consultiva Mista precisa deixar de ser apenas consultiva para ser deliberativa, o que vai proporcionar maior participação dos funcionários no futuro do IAMSPE e impedir a má gestão de seus recursos.

“As acusações que pesam contra o superintendente e que estão sendo investigadas pelo Ministério Público são um sinal claro de que não podemos mais deixar a gestão do instituto apenas nas mãos de indicados políticos, que não sabem qual é a realidade dos usuários e negociam com empresas terceirizadas serviços que como está se verificando os funcionários públicos sequer têm acesso. Isso precisa mudar”, finalizou Luiz da Silva Filho.

Na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo(Alesp), os deputados Carlos Neder e Marcos Martins protocolaram requerimento solicitando que a Comissão de Saúde da Alesp convoque Latif Abrão Júnior para prestar esclarecimentos sobre a gestão do IAMSPE. Os pedidos, no entanto, têm sido constantemente negados pelos parlamentares da base aliada do governo Geraldo Alckmin(PSDB).

 

 

O encontro entre a categoria e o parlamentar foi acompanhado pelo presidente do SIFUSPESP, Fábio Jabá, e ocorreu no CDP de Pinheiros

 

O projeto “Diálogo com a Base”, nesta sexta feira (23 de março), contou com o ilustre apoio do companheiro agente penitenciário Anderson Pereira, conhecido em sua região como Anderson do Singeperon (sigla do Sindicato dos Agentes Penitenciários e Socioeducadores de Rondônia que foi por ele presidido entre 2011 e 2016 e que representa a categoria penitenciária em seu estado, Rondônia).

O encontro foi muito importante, extremamente politizado, fenômeno que tem sido ampliado em nossa categoria através do debate franco e direto da categoria com seu sindicato, o SIFUSPESP. O Deputado Anderson pode se reunir com dezenas de companheiros do Complexo de Pinheiros, localizado na capital do Estado, e tratar de temas que ninguém melhor que os trabalhadores do sistema penitenciário conhecem, o Sistema Penitenciário.

 O Deputado Anderson salientou que seu mandato é resultado da organização sindical, iniciada muitos anos atrás, sindicato conquistado em um processo eleitoral muito duro de uma diretoria que por muito tempo ocupava o sindicato e o mantinha inerte. A organização e esforços exigidos para formar uma nova diretoria, continuou na recuperação sindical e levou a uma candidatura vitoriosa, por meio do trabalho sindical forte junto com a base.

A história da atual diretoria do Singeperon é bastante parecida com o que viveu e ainda atravessa a diretoria Lutar para Mudar do SIFUSPESP. O Deputado Anderson, já conhecia esta história pelos vínculos de militância forte que a atual diretoria do SIFUSPESP passou a trabalhar com todos os demais sindicatos do Brasil, através de um envolvimento efetivo com a FENASPEN e os sindicatos irmãos de nossa categoria.

Um dos pontos fundamentais que foi destacado no encontro é o papel fundamental do trabalho sindical do Estado de São Paulo para o Brasil. Muitas conquistas podem ser viabilizadas para os diferentes Estados do país, por meio de uma luta combinada em âmbito nacional, e o SIFUSPESP tem um papel fundamental neste cenário, junto com os demais sindicatos nacionais, destacou o Deputado Anderson.

Um dos desafios da luta no Estado de São Paulo é a divisão artificial produzida em nossa categoria, através de diferentes regimes jurídicos, o que em outros Estados não ocorre. Aqui, ASPs, AEVPs, técnicos, profissionais de saúde são tratados de forma diferente e estimulados a não se identificarem como uma categoria única, o que nos influencia na luta. No entanto, qualquer trabalho de unidade e ação de uma categoria, deve ser trabalhado pelo tempo necessário, até que esta maturidade ocorra.

  

No caso Rondoniense, muitos anos de planejamento, gestão sindical e política levaram a eleição de um legislador e a consolidação de um trabalho sindical que hoje é referência no Estado, ainda que a categoria penitenciária naquele estado seja pequena numericamente.

 "Estamos pouco a pouco recuperando nosso sindicato, ampliando nossas alianças e a abrangência de nossas lutas e focando no trabalho de base para termos vitórias sólidas no presente e no futuro", afirmou Fábio Ferreira, o Fábio Jabá.

 

Veja abaixo no vídeo a mensagem deixado pelo Deputado Anderson de Roraima para nossa categoria:

 

 

 

O SIFUSPESP Regional de Taubaté comunica a seus associados que devido ao feriado nacional do dia 30/03, a chamada “sexta-feira santa”, não haverá expediente no sindicato. Sendo também feriado municipal de Taubaté segunda-feira, 02/04, dia de "São Benedito", Padroeiro da cidade, também não haverá atividades nesta data. Portanto o expediente encerra na quinta-feira, 29/03, retomando sua normalidade dia 03/04, terça-feira. Dúvidas quanto a datas e horários podem ser tiradas pelo telefone 12 36294471.

 Secretaria da Fazenda informa que retroativo a diferenças no piso de janeiro e fevereiro também terão correção do índice aprovado pela Alesp(foto) e sancionado pelo governo estadual

 

Os funcionários do sistema prisional e demais servidores públicos do Estado de São Paulo - à exceção dos funcionários das autarquias - vão receber em abril, com março como mês de referência, seus salários atualizados de acordo com o aumento sancionado pelo governador Geraldo Alckmin(PSDB) na última quarta-feira, 21/03.

A informação foi repassada pela Secretaria da Fazenda à assessoria de imprensa do SIFUSPESP. A pasta esclareceu que “os pagamentos retroativos da diferença do piso salarial relativos aos meses de janeiro(que é o mês de referência para fevereiro) e fevereiro(referência para março), assim como o reajuste salarial referente ao mês de fevereiro, serão processados em folha suplementar também em abril”.

O reajuste de 3,5% para os servidores públicos estaduais em geral - o que inclui os trabalhadores penitenciários - de 4% para os policiais e de 7% para os professores efetivos - não corresponde às perdas salariais do funcionalismo nos últimos anos.

Sem reajuste desde 2014, os servidores acumularam quase 30% de desvalorização de seus vencimentos devido à inflação destes mais de quatro anos.

O reajuste concedido foi fruto das condições da conjuntura política e da pressão de organizações sindicais e descontentamento do funcionalismo. A tendência dos governos do PSDB não é da concessão de aumentos, e quando tem feito, ainda assim é fora da realidade das necessidades dos trabalhadores. O diálogo para negociações tem sido difícil ou inexistente.

Por isso, o SIFUSPESP foi insistente até as últimas possibilidades na tentativa de ampliar o reajuste previsto para nossa categoria. Nossa luta não para por aqui. Temos que fazer o diálogo com a base e encaminhar possibilidades de reivindicação no momento de um novo governo que se inicia com a saída de Geraldo Alckmin. Estamos atentos a essa transição e trabalhando no sentido de criar um novo espaço de diálogo e de conquistas.

O sindicato somos todos nós, unidos e organizados.