Agentes penitenciários responsáveis pelo aparelho de scanner corporal desconfiaram das imagens do corpo de duas mulheres que tentavam entrar no Centro de Detenção Provisória de Rio Preto na manhã deste sábado (24/02)

Foram localizadas dez porções de cocaína e uma de maconha, escondidas dentro do sutiã de uma delas, que afirmou que venderia a droga dentro da unidade. Outra, levava uma porção de maconha e uma porção de cocaína escondidas nas nádegas. Ela relatou que levava o entorpecente a um detento.

 

 

Fonte: DHoje

Leia a matéria:

http://dhojeinterior.com.br/rio-preto-mulheres-tentam-entrar-com-drogas-no-cdp/

 

 

Jovem presa neste sábado (24/02) ao tentar entrar com pasta a base de cocaína escondida em seu órgão genital na penitenciária Jair de Almeida Bueno, em Itapetininga (SP). De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SAP), durante revista, os agentes penitenciários encontraram a droga. 

A mulher estava na unidade para visitar o companheiro que cumpre pena por tráfico de drogas. Ela foi levada à delegacia da cidade para prestar esclarecimentos.

 

O Sistema Penitenciário foi um dos principais assuntos tratados pela Rede Globo nesta quinta-feira 23/02. Uma das notícias que chamou a atenção foi a e explanação sobre o déficit de agentes penitenciários em 19 Estados brasileiros, sendo Pernambuco o mais defasado. O número de trabalhadores prisionais no Brasil é menor do que o recomendado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), que coloca como ideal 1 agente penitenciário para cada 5 presos.

O Estado de São Paulo, que possui a maior população carcerária do Brasil foi citado, já que a superpopulação nos presídios piora a situação, resultando em trabalhadores em dificeis condições de exercer suas funções e péssimas condições de vida para o apenado. Osaco, na Grande São Paulo por exemplo tem déficit de 279 mil vagas nos presídios.

Destaque para a fala do diretor-presidente do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, Renato Sérgio de Lima: “O agente prisional, ele é na verdade o responsável por fazer a fronteira entre o legal e o ilegal, quase que cuidar da muralha de um presídio. O que entra e o que sai, e o que pode e o que não pode. As prisões hoje estão sob o comando das facções criminosas e não do estado. A gente, primeiro passo é retomar esse controle, e retomar esse controle é valorizar o agente prisional, é estabelecer regras de governança, e é revisar a política criminal”.

 

Veja a matéria:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2018/02/monitor-da-violencia-ressalta-numero-reduzido-de-agentes-penitenciarios.html