O evento realizado pelo Dep. Carlos Giannazi visa construir uma agenda de debates e ações para aproximar organizações que por décadas jamais imaginaram-se unidas por um propósito comum.
No dia 15 de abril, às 19h, no auditório Teotônio Vilela, na Assembleia Legislativa do Estado será realizada a Audiência Pública Contra a Privatização do Sistema Penitenciário. SIFUSPESP, MP Transforma, IBCCRIM, Rede de Justiça Criminal, Defensoria Pública, Amparar, Fórum de Segurança Pública, Prof. Roberto (FE/USP), Camila Nunes Dias UFABC, Ferreira Júnior (UNESP/Univ. San Martín), Deputado Federal Luís Flávio Gomes (a confirmar) junto ao Deputado Estadual Carlos Giannazi(PSOL/SP) apresentarão diversas visões sobre a questão do Sistema Penitenciário, mas todos CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA.
Lutar sozinho, sem apoio, com os mais próximos sem ter um objetivo comum leva ao fracasso. Sabendo disso, desde que a diretoria do SIFUSPESP Lutar para Mudar iniciou seu mandato, começamos um processo de mudança da cultura política de nossa categoria.
Antes nossa categoria repetia alguns bordões claros:
Ainda sofremos pressões e críticas. Mas temos certeza que o quadro de cultura política mudou, com diversas estratégias do SIFUSPESP, que os outros sindicatos diziam que era loucura ou não servia para nada e que agora correm atrás (um exemplo disso era nosso alerta sobre o perigo das privatizações dois anos antes de ocorrer). Não vemos mal nisso, mas uma forma de divisão de nossa categoria que ainda não superamos é não termos um SINDICATO ÚNICO, e como somos o SIFUSPESP Lutar para Mudar, não desistiremos disso.
Agora vemos nossa categoria:
Mas um dos desafios mais difíceis para darmos verdadeira visibilidade positiva para nossa categoria é ampliar nossa união de objetivos comuns com outros setores da sociedade. Inclusive aqueles que tem pautas que parecem não nos favorecer. Neste sentido é que o SIFUSPESP já tendo realizado alguns eventos, inclusive um encontro internacional com agentes penitenciários americanos, agora inicia um trabalho de articulação de pautas políticas com outros setores sociais e por isso aceitou participar da Audiência Pública.
Agora damos um novo passo, aceitamos o convite do mandato do Dep. Carlos Giannazi, para tentar construir uma agenda comum com organizações que por décadas jamais imaginaram-se unidas por um propósito comum.
Por isso pedimos que toda a categoria e a sociedade civil sintam-se convidados e compareçam a Audiência Pública CONTRA A PRIVATIZAÇÃO DO SISTEMA PENITENCIÁRIO. Será no dia 15 de abril, às 19h, no auditório Teotônio Vilela, na Assembleia Legislativa do Estado. A Assembléia Legislativa fica localizada na Av. Pedro Álvares Cabral, 201 - Paraíso, São Paulo, em frente ao Ibirapuera.
SIFUSPESP faz balanço positivo da iniciativa, a primeira que reuniu mulheres em debate exclusivo sobre posição do gênero nas unidades prisionais
Um primeiro e importante encontro de muitos e um grande passo no árduo e longo caminho para debater a situação do feminino e seus problemas específicos dentro do sistema prisional moldado por homens e para os homens.
Foi com essa sensação que as dezenas de trabalhadoras presentes no evento “Mulher Penitenciária em Debate”, realizada na última sexta-feira, 29/03, avaliaram seu protagonismo em um movimento político fundamental e inédito apoiado pela gestão “Lutar para Mudar”, do SIFUSPESP.
Por meio de discussões, exposições de temáticas e dinâmicas de grupo, dezenas de mulheres se uniram em prol de um objetivo em comum que foi trazer à tona situações de desgaste dentro de sua realidade de trabalho.
Conforme relata Veridiana Dirienzo, psicanalista e assessora do SIFUSPESP responsável pela organização do evento, “enfrentar um mundo estruturado sob a égide do machismo e do patriarcado é um grande desafio” e essas mulheres iniciaram essa luta muito bem “ao falar abertamente sobre esse espaço de opressão dentro do ambiente prisional, do qual são vítimas constantes”, ressaltou a psicanalista.
Além da assessora do SIFUSPESP, funcionárias do sindicato, agentes de segurança penitenciária, oficiais administrativos, assistentes sociais, psicólogas, enfermeiras e outras profissionais do sistema prisional paulista debateram temas como o assédio moral e sexual no dia a dia, a distância das mulheres em relação a seus filhos, e até mesmo a solidão que atinge centenas de servidoras lotadas na capital.
“Essa solidão se manifesta com uma vida de ir ao trabalho na penitenciária e voltar à república onde elas moram, sem uma atividade diferente, longe de suas famílias e amigos, porque muitas vezes as mulheres são parceiras de trabalho, moram juntas mas não têm um sentimento de comunhão, nada mais próximo, mais íntimo, o que aumenta ainda mais esse sentimento de isolamento vivenciado por elas, esclarece Veridiana Dirienzo.
“A temática do encontro teve entre outras propostas expor a discussão sobre o que é ser mulher, elevar essa construção social de ser mulher, ambas explicitadas no varal que possuía as fotos das mulheres que lutaram pelas causas feministas ao longo da história. Então o que faz uma mulher de tempos em tempos? O que é ser mulher hoje e o que era em outra época?” questiona a psicanalista.
Um encontro político. E a partir dessa linha do tempo do que é ser uma mulher, houve o ensejo para que fossem pensadas ações concretas. Uma das demandas principais trazidas pelas trabalhadoras, de que é preciso pensar em um encontro ou encontros que não fossem ocasionais do dia ou do mês da mulher, como foi o caso deste primeiro.
“O SIFUSPESP acredita que este primeiro evento será o start de muitas outras ações, inclusive dialogando com o governo do Estado, com a Secretaria de Administração Penitenciária(SAP) e outros atores sociais. Nós saímos desse encontro já com alguns encaminhamentos para que esse grupo de mulheres tome força e comece a, dentro do sindicato, pensar em questões específicas para o feminino e o trabalho na penitenciária. É o primeiro passo para muitas ações que ainda virão”, finaliza Veridiana Dirienzo.
Leia mais sobre a situação da mulher penitenciária na Coluna da Veridiana: http://sifuspesp.org.br/noticia/colunas/coluna-da-veridiana
Requerimento que solicita a audiência pública com federação e outras entidades na Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado foi feito pelo deputado Capitão Alberto Neto(PRB) e será votado daqui a pouco, às 14h30 em Brasília
A Federação Nacional Sindical dos Servidores Penitenciários(FENASPEN) foi convidada a participar hoje, dia 03 de abril, como parte debatedora em uma audiência pública a ser realizada no âmbito da Comissão de Segurança Pública e Combate ao Crime Organizado da Câmara dos Deputados, em Brasília.
A proposta é que a comissão trate do Sistema Penitenciário Brasileiro e da Proposta de Emenda Constitucional(PEC) 372/2017 da Polícia Penal nesta quarta-feira, 03/04. O representante da federação seria o seu presidente, Fernando Anunciação.
Para participar do diálogo ao lado de importantes entidades como a Associação de Magistrados Brasileiros, a Associação Nacional de Procuradores da República e a Federação Nacional de Entidades de Oficiais Militares Estaduais, a FENASPEN depende da aprovação, pelos deputados federais, de um requerimento elaborado pelo deputado Capitão Alberto Neto(PRB) que solicita a audiência ao presidente da Comissão, Capitão Augusto(PR).
Além de dialogar sobre o desenvolvimento estratégico do sistema penitenciário, o combate ao narcotráfico e ao crime organizado, que são alvo de uma frente parlamentar criada pelo parlamentar do PRB, a FENASPEN poderá aproveitar a oportunidade para se manifestar favoravelmente pela aprovação da PEC que cria a Polícia Penal.
De acordo com Fernando Anunciação, caso a proposta se torne lei, os trabalhadores penitenciários podem colaborar muito com os serviços de inteligência que configuram a prevenção e a repressão ao crime organizado, feita ao lado dos servidores e profissionais da Justiça e das demais carreiras de segurança pública.
“Nesse sentido, a presença dos agentes na audiência pública é essencial devido ao fato de nossa categoria vivenciar o dia a dia dessa temática dentro das unidades prisionais, e também porque estabelece um posicionamento claro dos trabalhadores penitenciários frente a este debate que tanto aflige a população brasileira em tempos de violência e de temor diante do avanço da criminalidade”, esclareceu o presidente da FENASPEN.
No mesmo dia em que Dória almoça com o ex governador Geraldo Alckimin, a Folha de São Paulo informou em matéria publicada no dia de hoje que: ”Paulo Preto diz à Receita ser dono de 4 contas na Suíça com R$ 137 milhões” - O engenheiro Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto e apontado como operador de recursos ilícitos do PSDB, reconheceu diante da Receita Federal que é o dono de quatro contas abertas na Suíça. O saldo dessas contas soma 35 milhões de francos suíços, o equivalente a R$ 137,4 milhões. Ex-diretor da Dersa, empresa de infraestrutura viária do governo paulista, Paulo Preto fez isso retificando as declarações dos últimos cinco anos e pagando uma multa, cujo valor é mantido em sigilo pelo Fisco.
Disse também que: Preso pela terceira vez, condenado a 145 anos de prisão, investigado pela Lava Jato em São Paulo e em Curitiba e citado em pelo menos oito delações, Paulo Preto disse que as contas eram suas como uma estratégia para reduzir danos, na avaliação de cinco advogados ouvidos pela Folha sob a condição de anonimato. Com a admissão de ser o dono das contas, ele se livra da acusação de crime fiscal. A confissão tem também o objetivo de afastar uma suspeita que o próprio Paulo Preto havia ajudado a disseminar: a de que outros tucanos eram sócios dele nas contas suíças, entre os quais o ex-ministro Aloysio Nunes Ferreira. O engenheiro fez esse rumor circular quando estava preso em Tremembé (SP), em 2018. Sentindo-se humilhado por ter sido colocado numa solitária por dez dias, sob acusação de ter sido insolente e arrogante com os agentes, Paulo Preto cogitou partir para um acordo de delação.
Também declarou que: Chegou a preparar o conteúdo de 70 casos de corrupção dos quais teria participado, mas desistiu quando a sua defesa obteve um habeas corpus do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal. Com a liberdade e um novo advogado na ocasião, José Roberto Santoro, Paulo Preto desistiu da delação. Uma carta apreendida pela Polícia Federal apontou que uma de suas filhas chamava Santoro de "advogado de tucanos". A divulgação do documento levou Santoro a deixar a defesa do ex-diretor da Dersa. Apontado como grande estrategista, Paulo Preto pode ter cometido um erro jurídico caso tenha reconhecido que as contas suíças eram suas com intenção de obter benefícios, de acordo com advogados ouvidos pela Folha. Isso porque o benefício de se livrar do crime fiscal pode ser pequeno quando comparado às outras possíveis repercussões que a admissão pode ter tanto na Justiça como na própria Receita Federal.
O PORTAL SIFUSPESP explicou em outra matéria como funcionava o esquema e porque isso tem relação direta entre com o PCC e a privatização do Sistema Penitenciário
O ex-diretor de obras do Departamento Rodoviário S.A(Dersa) do governo de São Paulo Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, foi acusado, entre vários ilícitos, de ter pago propinas ao Primeiro Comando da Capital(PCC).
De acordo com a Procuradoria de Justiça da Suíça, em comunicado oficial encaminhado à Justiça brasileira em agosto de 2017, Paulo Preto teria feito repasses de “comissões ocultas” a pessoas ligadas à mais poderosa facção criminosa do país.
A revelação foi feita no dia 19/01, após o operador do PSDB ser preso pela terceira vez, agora na esteira da Operação Lava-Jato, sob acusação de ter participado de operações de lavagem de dinheiro da empreiteira Odebrecht que somaram, segundo a Polícia Federal, R$132 milhões de reais. Em clara ameaça a cardeais tucanos, Paulo Preto disse que o dinheiro “não é só dele”.
Os valores teriam saído de quatro contas em nome da offshore Groupe Nantes, controlada pelo engenheiro e identificadas pelos órgãos de fiscalização do país europeu após um pedido de cooperação internacional feito pelo Ministério Público Federal brasileiro no processo que investiga desvios de verbas de obras do Rodoanel, empreendimento tocado pela Dersa e que teve a Odebrecht como concorrente.
Apesar de não ter revelado os nomes das pessoas
que seriam as destinatárias desses valores nem os motivos pelos quais Paulo Preto abasteceu o PCC com “comissões ocultas”,
a acusação feita pela Justiça Suíça é gravíssima
e coloca em evidência os riscos aos quais o sistema prisional paulista está sendo submetido
ao longo da última década com a ligação
comprovada no documento abaixo
do operador financeiro do PSDB com a facção criminosa.

Para os trabalhadores penitenciários, que têm enfrentado com muita coragem a criminalidade dentro e fora das unidades prisionais e que jamais contaram com apoio concreto das inúmeras gestões tucanas para investimentos no setor - desde a valorização salarial e de melhoria de condições de trabalho até o apoio logístico, em estrutura e inteligência para o combate às facções - a notícia é triste e estarrecedora.
Estes dados já haviam sido divulgados desde 2017 por autoridades da Suíça. Para que um tipo de documento desse seja informado para autoridades brasileiras, foi passado previamente por uma das melhores equipes de auditoria financeira e contra crimes dessa natureza, uma vez que a reputação da Suíça, como país neutro e com muito prestígio no âmbito da segurança bancária. Outra questão a ser considerada, para aqueles que dominam as características de crimes de lavagem de dinheiro, as características do caso, podem levar a crer que se trata de uma única conta de concentração e redistribuição de dinheiro para diferentes organização operando em conjunto.
Saiba mais detalhes em: https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6434-operador-financeiro-do-psdb-e-acusado-de-pagar-comissoes-ocultas-ao-pcc
Segundo a Folha de São Paulo, na mesma matéria (veja a matéria em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/04/paulo-preto-diz-a-receita-ser-dono-de-4-contas-na-suica-com-r-137-milhoes.shtml
"É praticamente a confissão do crime de evasão de divisas. Pode ter também o crime de lavagem de dinheiro nessa admissão", diz o tributarista Carlos Navarro, professor da escola de direito da Fundação Getulio Vargas em São Paulo. Outros três advogados, que não querem aparecer, têm avaliação similar à de Navarro. Segundo o professor da FGV, só o crime de corrupção não pode ser atribuído a Paulo Preto em consequência do reconhecimento de que as contas são dele. Isso ocorre porque o crime de corrupção exige provas, e elas só são obtidas após uma investigação. A defesa de Paulo Preto já usara estratégias que pareciam equivocadas no passado. Em janeiro de 2018, foi o advogado do ex-diretor da Dersa que enviou ao STF as informações de que a Suíça tinha descoberto quatro contas não declaradas no Brasil. O advogado de Paulo Preto, Alessandro Silverio, disse que não comentaria a questão. O ex-ministro Aloysio Nunes também não quis falar: "Não vou comentar porque não me diz respeito. Essa é uma questão entre o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza e a Receita Federal".
Veja a matéria em: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2019/04/paulo-preto-diz-a-receita-ser-dono-de-4-contas-na-suica-com-r-137-milhoes.shtml
Atividades de Paulo Preto e do PCC combinam engenharia financeira e lavagem de dinheiro
Repetidamente vemos governantes repetindo as maravilhas da eficiência do mercado, que um mundo maravilhoso pode ser produzido pelas privatizações, e que o mercado é a solução para todos os males da humanidade. Porém quem é este tal mercado que os políticos obedecem?
O mercado financeiro internacional é formado basicamente pelos grandes fundos de investimento, que aglutinam capitais de grandes empresas, fundos de pensão nacionais e estrangeiros e grandes investidores, muitos deles em paraísos fiscais, ou seja, sem comprovação de sua origem.
Estas entidades: empresas, financeiras, seguradoras e bancos, não possuem nenhum controle moral, apesar das chamadas medidas de "Compliance" que em teoria deveriam inibir ações que atentassem contra o bem comum, mesmo que isto levasse a perda de lucros. Mas na verdade não é isto que vemos, ao menos quando levamos em conta a dura vida real. No meio dessas operações sem origem confirmada há atividades ilegais e ações do crime organizado, uma empresa eficiente que combina narcotráfico, lavagem de dinheiro, exploração de pessoas em presídios, e agora para fazer todas essas operações ainda mais eficazes e lucrativas, estão de olho na Privatização do Sistema Penitenciário.
Especialistas apontam para o risco dessas organizações criminosas ampliarem seus negócios de lavagem de dinheiro por meio de conexões internacionais e através das privatizações generalizadas e aceleradas que os governos locais querem implementar, inclusive a privatização penitenciária. A eficiência é tamanha que seus membros são experientes negociadores, possuindo especialistas em setores não apenas financeiros, mas comunicacionais.
"O crime organizado gestiona um negócio, ou seja, busca lucratividade. Este negócio tem relação com a exploração econômica de pessoas, através de sua subordinação por meio da violência física ou da ameaça aos presos e seus familiares. Para eles, não existe forma melhor de organizar seus acordos comerciais do que por meio da conversão de unidades prisionais em tratados ligados a empresas e subordinados a metas que o Estado, no fim das contas, pode financiar via BNDES, ou então complementar os lucros das empresas graças a vários dispositivos contratuais", salientam. Isto, seja pelo investimento em empresas de capital aberto, empresas internacionais, ou empresas laranjas.
Concordaram em algo ainda mais polêmico sobre a finalidade das ações dessas facções criminosas. Um deles afirmou que "no atual estágio organizativo, nos parece que estas organizações estão espalhando o terror por meio de ataques em diversos locais, para demonstrar força e poder e ampliar sua unificação com outras facções menores por todo país, com fim de gerar um grande cartel articulado. Sem a presença de uma inteligência nacional policial e penitenciária, a segurança nacional corre grande risco", o que gera com tudo isso um risco a segurança nacional por consequência. Entenda melhor em: https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6338-faccoes-ameacam-seguranca-nacional
E como o PCC ou ainda, Paulo Preto supostamente combinam engenharia financeira e lavagem de dinheiro?
A maioria dos fundos de investimentos tem como sócios as chamadas empresas "offShore". "Offshore é o nome comum dado às empresas e contas bancárias abertas em territórios onde há menor tributação (em comparação ao país de origem dos seus proprietários, e geralmente denominados como paraíso fiscal, isso teoricamente para fins lícitos. Mas na prática também ilícitos, quando estas ocultam a origem do dinheiro seja por crime, seja por corrupção.
São empresas em que ninguém, nem mesmo os governos sabem quem é o dono, utilizadas na maioria dos casos para evitar o pagamento de impostos ou para ocultar o verdadeiro dono ou beneficiário do dinheiro, em muitos casos são grandes empresas nacionais que querem evitar o pagamento de impostos, em outros são pessoas ou empresas envolvidas com corrupção, crime organizado e até mesmo terrorismo. O PCC e Paulo Preto como vimos, segundo documentos de autoridades Suíças podem ter atuado juntos.
Agora vamos analisar a gravidade desses fatos, empresas que se utilizam de brechas na legislação para deixar de pagar impostos ou tributos utilizam-se deste mecanismo para obter lucro em cima de um problema que elas mesmas causam ou seja a perda de arrecadação dos países. Sim é isto mesmo, essas empresas e políticos obtêm lucros aproveitando-se de um problema que eles mesmos criam, pois os governos vêm seguidamente argumentando que o Brasil necessita privatizar empresas e serviços públicos (tais como estradas e presídios), porque não tem como assumir estes compromissos, já que a arrecadação de impostos seria insuficiente. No entanto quem lucrará com estas privatizações, pagando com dinheiro de origem desconhecida muitas vezes, são justamente as empresas que se utilizam de todo o tipo de manobra legal e ilegal, para deixar de pagar impostos.
E mais grave, em empresas offshores não é possível, na maioria das vezes, identificar o dono e a origem do dinheiro. Por isso dinheiro vindo de corrupção e até mesmo do crime organizado reingressa no país e obtêm lucros em cima de suas principais vítimas, o Estado brasileiro e sua população. Por isto quando afirmamos que o crime organizado pode participar do processo de privatização dos presídios, esta afirmação está baseada em estudos de entidades em processos globais de lavagem de dinheiro. E temos monitorado as possíveis empresas estrangeiras e nacionais com interesse na Privatização do Sistema Penitenciário.

Saiba mais sobre a questão em: https://www.sifuspesp.org.br/noticias/6454-o-crime-organizado-ira-comprar-presidios-entenda-o-golpe
Leia também:
Riscos de Infiltração do crime organizado:
http://sifuspesp.org.br/noticias/6454-o-crime-organizado-ira-comprar-presidios-entenda-o-golpe
Sobre transferência de Marcola:
Marketing do governo pela Privatização
http://sifuspesp.org.br/noticias/6387-mito-e-verdade-em-tempos-de-privatizacao-e-ataque-a-direitos
Especialista sobre a privatização e o crime organizado:
https://www.youtube.com/embed/tqotrpTnboI
Sobre nossa capacidade de luta (vídeo)
https://www.youtube.com/watch?v=YhFxlKmzfgQ&t=79s
Estudo sobre o crime organizado, sistema penitenciário e o ano de 2019 (vídeo)
http://sifuspesp.org.br/noticias/6396-sistema-penitenciario-e-a-conjuntura-de-2019
Dossiê Privatização
http://sifuspesp.org.br/dossie-privatizacoes
Marcos Roberto Remedi, agente de segurança penitenciária, prepara-se para a Primeira Ultramaratona da região de Presidente Prudente, com perspectivas de participar de campeonato no exterior

Nas foto, troféu da Ultra UniJales 65k e Marcos Remedi como agente penitenciário - campeão no esporte e no trabalho
O ASP Marcos Roberto Remedi, também conhecido como Caveira, sempre presente nas redes online do SIFUSPESP, hoje conhecido como o atleta ninja, participante e vencedor das chamadas ultramaratonas, prepara-se para encarar diversas competições este ano. Uma das mais importantes é a BR135 Ultra de Rua, de Presidente Prudente, que será realizada no mês de junh o. Dentro da descrição da prova, consta a indicação “sob qualquer condição climática”, um dos desafios que marcam as chamadas “ultras”. A diferença entre maratonistas comuns e os chamados ultramaratonistas é que estes últimos enfrentam corridas com distância superior a 42,195Km.
Na BR135 o objetivo do agente é percorrer 80km dentro do tempo determinado, além do que vencer, esta ultra significa uma passagem para participação no processo seletivo de uma das duas competições que acontecerão nos EUA: a Badwater, em junho de 2020 e a Keys 100 Ultramarathon, em maio de 2020.
Este ano, Caveira já conquistou o 2º lugar geral da Ultra UniJales 65k que aconteceu em março, ou seja, abriu o ano com excelente vitória. O grau de dificuldade dessas competições é altíssimo, já que o corpo do corredor, durante o longo percurso passa por muitas modificações, e em qualquer lugar que se leia a respeito encontra-se o termo “não é pra qualquer um”. Cada ultra, como é chamada, determina sua própria distância – as mais comuns são de 50 km e 100 km. Os pisos percorridos também variam bastante. Pode ser asfalto, terra, trilha ou tudo isso e mais um pouco.
“Não há nada mais gratificante do que terminar uma corrida e ter a sensação de dever cumprido. Eu corro por prazer e por superação própria. Quero superar a mim mesmo, sempre. Por isso tenho enfrentando distâncias cada vez maiores sob as mais diversas condições. Este ano tenho focado apenas em ultramaratonas”, afirma o ASP Caveira.
Entre os plantões na Penitenciária de Lucélia, atenção à família e outras atividades, Caveira dedica-se aos árduos treinamentos, realizados pelo veterano e campeão maratonista Marcelo Rocha, da Assessoria MRocha Team, conhecido no meio dos esportistas desta categoria.
As inscrições das corridas costumam ser caras e com muito esforço pessoal, o agente tem conseguido a participação nas principais competições, mas necessita de apoio financeiro para galgar lugares mais altos, como competições no exterior às quais já foi classificado porém não conseguiu participar.
“Entretanto, mesmo em meio às adversidades, no meio deste caminho percorrido, sou grato a algumas pessoas primordiais para o acontecimento das corridas do maratonista como o Coronel Jair Paulo Guetz da cidade de Presidente Prudente, o estilista Paula Fe, de Curitiba além do Dr. Alexandre José F. Ghiraldi, ortopedista que me tem acompanhado na manutenção de sua saúde para que consiga enfrentar as corridas”, agradece.

Acima, Coronel Jair Paulo Guetz, apoiador do agente Marcos Remedi
Lucélia - nova casa
O agente de segurança penitenciária, Marcos Remedi, lotado no Centro de Detenção Provisória de Campinas durante 10 anos e 3 meses, finalmente conseguiu a transferência tão almejada para trabalhar num lugar mais próximo a sua família, a cidade de Adamantina. Este, aliás, é o sonho de muitos trabalhadores do sistema penal paulista - a transferência para uma unidade prisional mais próxima de suas famílias.
Agora, trabalhando na Penitenciária de Lucélia, o agente maratonista mostra-se extremamente grato por seus companheiros de trabalho da “nova casa”, pertencentes a todos os setores do corpo funcional. Caveira fala com muito carinho, inclusive, do Sistema Prisional Paulista, para quem trabalha com dedicação plena, fazendo o que gosta.
“Fui muitíssimo bem recebido diretor geral Marcos Antônio Hipólito, pelo diretor de disciplina Luiz Donizete Pereira e pelo diretor do núcleo de segurança Aldo José Lunardello. Todo corpo funcional me recebeu de maneira formidável. Serei eternamente grato aos companheiros de Campinas e a corporação do GIR, o Grupo de Intervenção Rápida, do qual fiz parte”, ele conclui.

Agenda de Corridas de 2019
Competições nas quais já está inscrito
28/04 - Maratona Portal a Portal, Cidade de Quatro barras 42, 195Km
04/05 - Explore Corrida Noturna Botucatu 21Km
05/06 - Ultramaratona Brotas 62 Km
06/07 - Ultramaratona de Rua BR 135, Presidente Prudente 80Km
Competições com inscrições a fazer
18/05 - Bertioga Ultramaratona 75km
14/07 - Ultramaratona dos Anjos 135km
29/09 - Ultramaratona de Foz 42,195Km
09/11 - Ultramaratona de Rua BR135, São Carlos
07/12 - Botucatu Brasil Rider 70km
Apesar do revés desta terça-feira, FENASPEN segue em Brasília na luta pela aprovação da PEC da Polícia Penal
Os deputados federais decidiram cancelar a reunião do colégio de líderes partidários que aconteceria na tarde desta terça-feira, 02/04, na Câmara Federal, e que trataria, entre outros temas, do trabalho para a inclusão na pauta da sessão ordinária da Casa, da Proposta de Emenda Constitucional 372/17, que cria a Polícia Penal.
Veja o trabalho realizado pelo SIFUSPESP e Fenaspen, com a presença de nosso presidente, Fábio Jabá no Congresso Nacional: https://www.sifuspesp.org.br/noticia/nacionais/6528-urgente-articulacao-na-camara-dos-deputados-para-que-pec-da-policia-penal-nao-seja-esquecida-e-entre-na-ordem-do-dia
De acordo com os integrantes do SIFUSPESP e da FENASPEN presentes hoje em Brasília para dialogar com os parlamentares, não houve maiores explicações ou justificativas sobre o motivo da suspensão, mas alguns dos líderes partidários que conversaram com os sindicalistas já se disseram favoráveis à apreciação da matéria, o que representa um avanço na atividade desempenhada no dia de hoje, e ao longo do ano, após a posse de novos deputados.
Independentemente dos acontecimentos desta terça, a federação e os sindicatos seguem com seu trabalho permanente de pressão sobre os deputados para que a PEC seja aprovada e a categoria penitenciária possa ser beneficiada a partir da mudança na legislação.
Seguiremos atentos, buscando ampliar diálogo com outras lideranças e aproveitando ao máximo os trabalhos parlamentares para sensibilizar e acelerar os legisladores em relação ao encaminhamento e aprovação de nossa Polícia Penal na Constituição Federal.
Na foto os representantes Fábio Jabá, presidente do SIFUSPESP; Cláudio Fernandes, presidente do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado do Rio Grande do Sul(Amapergs-RS); Gutemberg de Oliveira, presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema Penal do Rio de Janeiro(Sindsistema-rj), o presidente da FENASPEN, Fernando Anunciação; o secretário-geral do Sindicato dos Servidores Penitenciários do Estado do Mato Grosso(Sindspen-MT), Antônio Júlio Rodrigues; além de Leonardo Alves e Carneiro, do Sindicato dos Agentes de Atividades Penitenciárias do Distrito Federal(Sindpen-DF).

Entre os destaques dos ilícitos apreendidos por agentes penitenciários nas unidades prisionais do Estado podemos citar tentativa de entrada de macarrão penne recheado de maconha no CDP de Guarulhos e estimulantes sexuais entre mini bolachas na Penitenciária de Pacaembu, ambos grande São Paulo
Conforme assessoria de imprensa da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP), ocorreram tentativas de entrada de drogas, celulares, entre outros da parte de visitantes, nos casos abaixo, o último final de semana, 30 e 31 de março. Durante o procedimento de visitas, algumas vezes com o auxílio de scanner corporal, agentes penitenciários conseguiram impedir a entrada desses materiais. É necessário dizer que este trabalho vai além da observação de imagens em scanners - o que para realizar é necessário treino e experiência, além da especializada observação de comportamento dos visitantes no momento da entrada. Agentes, devido a experiência de constante observação reconhecem trejeitos e palavras utilizadas para tentar distrair o procedimento de revista. É um trabalho especializado "informalmente" e pouco reconhecido.
A SAP informa que todos os casos foram registrados por meio de boletim de ocorrência e os visitantes flagrados foram automaticamente suspensos do rol de visitas. Em cada uma das apreensões, os presos ficam isolados e respondem a Procedimento Disciplinar para apurar a cumplicidade daqueles que receberiam os materiais ilícitos.
Em Guarulhos - Macarrão de maconha
No Centro de Detenção Provisória (CDP) “ASP Giovani Martins Rodrigues”, de Guarulhos I, no domingo, 31/03, agentes impediram que 190 porções de maconha entrassem na unidade E chegassem para os presos. A droga estava escondida dentro de uma vasilha de macarrão tipo "penne". O entorpecente que estava recheando a massa foi levado pela companheira de um sentenciado.
São Bernardo do Campo - Mini celulares em invólucros levado por mulheres
Foram registradas apreensões com duas visitantes no Centro de Detenção Provisória (CDP) de São Bernardo do Campo. Agentes de segurança penitenciária da unidade recolheram os mini celulares que estavam escondidos na genitália das duas mulheres. Os objetos vistos pela segurança foram flagrados durante revista com auxílio de scanner corporal, que indicou anormalidade na região pélvica das mulheres.
São Vicente - Ilícitos nas roupas, maconha na calça e cocaína na calcinha
Na Penitenciária “Dr. Geraldo de Andrade Vieira”, a P1 de São Vicente, em 31/03, o irmão de um detento foi flagrado com ilícitos costurados em sua calça. O jovem, de 20 anos, trazia 22 gramas de maconha na sua roupa e uma tabela com 50 pontos de LSD. No mesmo dia, por volta das 11 horas, a mãe de um sentenciado da Penitenciária 2 de São Vicente foi surpreendida ao passar pela revista por escaneamento corporal com drogas costuradas no forro da calcinha. A mulher, de 48 anos, trazia dois invólucros na roupa íntima: um com 5 gramas de cocaína e outro com 15 gramas de maconha.
Mogi das Cruzes - Mulheres e os ilícitos para companheiros, um padrão bem conhecido. Sintético, alucinógeno, cocaína e maconha. As drogas foram carregadas escondidas nas roupas e em invólucros nas partes íntimas.
No Centro de Detenção Provisória de Mogi das Cruzes na manhã de sábado, dia 30/03, a companheira de um detento foi surpreendida com dois papeis de droga sintética escondidos no cós da sua calça. Um pouco mais tarde, outra suspeita foi flagrada com uma cartela do alucinógeno dentro do sutiã. O entorpecente foi detectado nas imagens geradas pelo scanner corporal. No dia seguinte, dia 31/03, uma terceira jovem foi barrada após ser revistada. Agentes observaram um objeto estranho na região abdominal da mulher. Questionada, a visitante admitiu que carregava um invólucro com 130 gramas de cocaína e 5 gramas de maconha no ânus. O material foi retirado espontaneamente em sala reservada.
Pacaembu - Casos de RGs falsos descobertos por agentes e 68 estimulantes escondidos em bolachas
Em Pacaembu, graças ao desempenho e experiência dos agentes, no dia 30/03, na Penitenciária “Ozias Lúcios dos Santos” de Pacaembu, foi possível descobrir uma mulher com RG falso na hora da entrada. Ao ser questionada sobre a sua filiação, ela não soube responder o nome de seus pais e voluntariamente disse portar um documento que não era seu. Na ocasião, uma visitante, no mesmo local, não soube responder corretamente o nome de seus pais e admitiu estar com um documento falso. Já em 31/03, a mesma situação: outra mulher tentou entrar na unidade com falso RG. Além disso, ela escondia, entre bolachas, 68 comprimidos azuis para disfunção erétil.
Sábado, na Penitenciária “ASP Anísio Aparecido de Oliveira”, de Andradina, uma visitante quando submetida ao scanner corporal, foi denunciada pela imagem do aparelho que apresentou a presença de algo estranho na altura da sua genitália. Após ser questionada pela servidora, a mulher entregou espontaneamente um volume contendo maconha.
Irapuru - Visitante leva invólucro contendo aparelho celular
Na Penitenciária de Irapuru, no domingo, durante o procedimento de revista, ao passar pelo aparelho de scanner admitiu carregar, em suas partes íntimas, 1 invólucro contendo um micro celular. Quando o aparelho detectou o celular, a visitante confessou e aceitou retirá-lo em uma área reservada.
Lavínia - 31 comprimidos de estimulante sexual na sola de sapato da visitante, massa epóxi e mini celular
Nos dias 30 e 31/03, três pessoas foram interceptadas pelos agentes por carregarem produtos proibidos ao entrarem na Penitenciária 2 de Lavínia. No primeiro caso, em 30/03, uma visitante passou pelo aparelho de scanner corporal quando foi verificado que seu chinelo continha, na sola, 31 comprimidos de estimulante sexual. No dia seguinte, uma mulher também submetida ao scanner, como de praxe, foi flagrada com massa epóxi nos alimentos que trazia. Na mesma data, outra mulher foi flagrada com 1 micro aparelho celular.
Presidente Bernardes - 30 chips de celular escondidos no solado do chinelo de uma visitante
Na Penitenciária “Silvio Yoshihiko Hinohara” de Presidente Bernardes, dia 30/03, durante procedimento de revista com auxílio de scanner, foi efetuada a apreensão de 30 chips para celular que estavam escondidas dentro do solado do chinelo da visitante.
Valparaíso - 18 papéis dobrados dentro do pão aparentando conter a droga conhecida como k4, ou maconha sintética
Em 31/03, na Penitenciária de Valparaíso, durante procedimento de revista nas sacolas com alimentos e pertences trazidos pelos visitantes, servidores penitenciários encontraram na sacola da visitante 18 (dezoito) papeis dobrados aparentando serem a droga sintética "K4", camuflados nas fatias de pão forma. O material seria entregue ao companheiro da pessoa flagrada.
Avaré - Folhas de papéis com anotações suspeitas
Na Penitenciária I ‘Dr. Paulo Luciano de Campos’ de Avaré, em 30/03, agentes de segurança apreenderam folhas de caderno com anotações suspeitas, durante procedimento de revista realizado na unidade. A mulher escondeu os objetos em sua vagina. Ela foi encaminhada ao hospital da cidade, onde, na presença de equipe médica, retirou de sua genitália os papéis, que entregaria para o marido preso.
Marília - Porções de maconha escondida em sacolas de alimentos
Na Penitenciária de Marília, no domingo, 31/03, uma mulher foi flagrada na revista tentando entrar com sete invólucros contendo porções de maconha escondidos em uma sacola com alimentos. A droga contabilizou peso total de 43,13 gramas. Questionada, a mulher, que visitaria o marido preso, alegou que a sacola pertencia à sua vizinha e que a entregaria ao filho dela, que também cumpre pena na unidade prisional.
Ribeirão Preto - Mulher flagrada com porções de maconha e cocaína e homem tenta entrar com celular escondido em sacola de alimentos
Na Penitenciária de Ribeirão Preto, no dia 31/03, uma mulher foi flagrada com invólucro contendo porções de maconha e cocaína escondido no ânus, durante procedimento de revista pelo escâner corporal. Na mesma data, um homem que visitaria o irmão preso foi visto por agentes com um aparelho celular (com chip e bateria) misturado em sacola com alimentos. Questionado, ele alegou que havia esquecido o telefone móvel no recipiente.
Serra Azul - Mulher é barrada com sanduíche de cocaína
Uma visitante tentou entrar com nove porções de cocaína escondidas dentro das salsichas dos lanches, durante procedimento de revista realizado na Penitenciária I de Serra Azul, no domingo, 31/03, às 10h. Ela entregaria a droga para o marido preso.
Guareí:
Em Guareí I, na Penitenciária “Nelson Vieira”, uma mulher de 37 anos foi flagrada no domingo, 31/03, durante o procedimento de revista. De acordo com informações da unidade prisional, os agentes desconfiaram da visitante depois que a imagem produzida pelo escâner corporal apontou alteração na região pélvica. Diante disso, ela acabou confessando que havia colocado 45 gramas de maconha e 55 gramas de cocaína na vagina e pretendia entregar ao companheiro.
Hortolândia:
No Centro de Detenção Provisória de Hortolândia, durante o procedimento de revista, no domingo, 31/03, uma visitante foi pega com 80 gramas de maconha, 112 gramas de cocaína e papéis com anotações. Mãe de dois detentos, ela pretendia entregar o material apreendido aos filhos, porém ao passar pelo escâner corporal, a imagem mostrou alteração na cintura da suspeita, que ao ser questionada pelos agentes penitenciários confessou que estava com drogas no cós da calça.
Casa Branca - Mulher com 80 gramas de maconha
Uma mulher foi impedida entrar na Penitenciária Joaquim de Sylos Cintra de Casa Branca no dia 30/03 por estar com 80 gramas de maconha. De acordo com informações da unidade prisional, a suspeita estava nervosa e no momento em que passou pelo scanner corporal, o equipamento mostrou que havia uma alteração na região pélvica dela.
Fonte: Assessoria de Imprensa SAP
Fotos: Divulgação SAP
Rua Leite de Moraes, 366 - Santana - São Paulo /SP Cep:02034-020 - Telefone :(11)2976-4160 sifuspesp@sifuspesp.org.br.