A Polícia Penal do Estado de São Paulo tem motivos para se orgulhar mais uma vez. Na madrugada de quarta-feira (04/08), uma policial penal da Penitenciária Feminina de Santana realizou um parto dentro da unidade prisional, garantindo a segurança da mãe e da bebê em uma situação de extrema urgência. Mãe e filha passam bem.
O trabalho da policial penal vai muito além de garantir a segurança da unidade e dos blocos. Naquela madrugada, a dedicação e o preparo da agente fizeram a diferença entre a vida e a morte de uma recém-nascida.
Segundo o relato da própria policial, tudo começou quando a gestante foi levada ao hospital, mas o médico avaliou que não era o momento do parto e orientou a volta para a unidade.
A gestante retornou à unidade por volta da meia-noite. Às três horas da manhã, começou a gritar. A partir daí, os eventos se precipitaram e a policial precisou assumir o controle da situação. "Ela começou a fazer força e já não dava para tirar da unidade.
O parto ocorreu por volta das cinco e dez da manhã. A situação exigiu presença de espírito e conhecimento prático. A bebê nasceu com o cordão umbilical preso no pescoço, ficando roxinha, sem chorar e estava engasgada. A policial posicionou a recém-nascida de bruços sobre a mão, fez massagens leves nas costas e conseguiu desengasgá-la. "Ela desengasgou e veio o primeiro choro dela. Foi maravilhoso."
Com a placenta já saída e sem recursos para pinçar o cordão, a policial decidiu seguir imediatamente para o hospital. Chegando lá, a equipe médica pinçou o cordão, e a bebê, descrita pela policial como linda, com um furinho no queixo, recebeu os primeiros atendimentos.
O SINPPENAL parabeniza a policial penal pela atuação brilhante e pela coragem demonstrada em um momento de tamanha responsabilidade. O episódio reforça o que a categoria sempre defendeu: o trabalho da Polícia Penal transcende a segurança dos muros e dos blocos. É cuidado, é resposta rápida, é vida.
Naquela madrugada em Santana, uma policial penal provou que proteger também significa agir e salvar vidas.
O Sinppenal vem através desta manifestar sua solidariedade aos trabalhadores da CPTM e ao seu sindicato,que foram acusados de “instrumentalização política” e “baderna”.
O Sindicato dos Ferroviários da Central do Brasil (STEFZCB) simplesmente quer a garantia de emprego aos trabalhadores , reivindicação mais que justa frente a privatização, e ofereceu suspender a greve caso a reivindicação fosse atendida.
O Governo que afirma ter “"Nosso compromisso é com quem acorda cedo todos os dias e precisa de um transporte público confiável…” foi o mesmo que concedeu as linhas 11-Coral, a Linha 12-Safira, Linha 13-Jade, além do serviço do Expresso Aeroporto para a empresa Trívia Trens.
A privatização gerou caos nos embarques com filas e superlotação nas estações Brás e Barra Funda com espera superior a 15 minutos logo no início da concessão. As falhas grosseiras da concessionária causaram acidentes como curto-circuito com incêndio em composições da Linha 12-Safira , que paralisaram o sistema e arriscaram a vida dos usuários
Além da falta de treinamento adequado dos terceirizados o corte de quase 500 postos de trabalho na área operacional colocou em risco a vida e o bem estar dos usuários
Relatos informam que a Trívia foi alertada pelos funcionários da CPTM sobre os problemas no sistema elétrico e a falta de preparo dos novos funcionários para lidar com eles, apesar disso não tomou providências.
Não é à toa que o Ministério Público do Estado de São Paulo abriu inquérito civil para apurar a queda na qualidade e o aumento expressivo de falhas após a transição.
Baderna é o que Tarcísio provoca no estado
Baderna é o que provoca a sanha privatizadora de Tarcísio,que causou a SABESP a aumentar as interrupções no fornecimento de água com cada vez mais falhas, como a que deixou São José dos Campos dois dias sem água.
Baderna são concessionárias que já mataram quatro paulistas , duas na explosão de uma obra no Jaguaré, uma devido a queda de uma tubulação em Mauá e outra devido ao rompimento de uma caixa d’água em Mairiporã.
Agora a baderna se amplia com os riscos se estendendo sobre o transporte ferroviário,como demonstrou o incêndio na Linha -12.
Privatiza o lucro, socializa o prejuízo
O Governo de Tarcísio de Freitas se especializou em criar um capitalismo sem riscos, como demonstrou ao premiar as concessionárias de estradas com R$6 bilhões, sob a desculpa de recompor os prejuízos com a COVID,ao descumprir suas promessas e aumentar a conta d’água para premiar a SABESP recém privatizada
E agora com a Trívia Trens assinou um contrato em que o Governo (ou seja o nosso dinheiro) vai compensar a concessionária pela manutenção da rede.
Ou seja, ao invés de jogar os custos para a concessionária, o governo assume os riscos e garante o lucro.
Para desmontar o Estado Tarcísio quer calar quem fala a verdade
Assim como ataca os funcionários da CPTM e seu Sindicato, Tarcísio também ataca o Sindicato e os trabalhadores do Sistema Prisional Paulista.
Além de proibir a entrada do sindicato nas unidades prisionais, Tarcísio persegue os Dirigentes do Sinppenal (Sindicato dos Policiais Penais) com Processos Administrativos e busca deslegitimar o sindicato.
Nosso Presidente Fábio Jabá já tem 11 PADs motivados por suas denúncias sobre a insegurança,as péssimas condições de trabalho e a falta de efetivo que é a mais grave da história do sistema prisional paulista.
Neste momento em que o emprego de milhares de pais e mães de família está em risco, devido a privatização, nós policiais penais através do Sinppenal estendemos nossa solidariedade a todos os funcionários da CPTM e a seu sindicato.
O Sindicato dos Policiais Penais do Estado de São Paulo (SINPPENAL) enviou um novo ofício ao diretor geral da Polícia Penal do Estado, Rodrigo Santos Andrade, cobrando uma solução rápida para a demora na emissão da nova Carteira de Identidade Funcional (CIF) com porte de arma destinada aos policiais penais aposentados. O documento, que trata de um problema que se arrasta há quase dois anos e afeta diretamente os veteranos da categoria, aponta um cenário de insegurança jurídica inaceitável.
As reclamações são numerosas e recorrentes. Os aposentados que procuram o sindicato relatam ter cumprido todas as etapas exigidas para a obtenção do documento, como laudo psicológico, laudo de capacitação de tiro e certidões criminais, apresentando a documentação completa conforme as regras estabelecidas pela Secretaria da Administração Penitenciária (SAP). Ainda assim, a SAP não consegue sequer indicar um prazo para a conclusão do processo e a emissão da carteira.
A ausência de informação e a demora na análise dos processos geram insegurança jurídica perigosa. O policial penal aposentado mantém o porte de arma por prerrogativa da função e conserva toda a documentação pessoal regularizada, mas, sem a funcional em mãos, não tem como comprovar esse direito diante das autoridades. Na prática, a demora do governo acaba cassando, por vias burocráticas, um direito que a lei garante a quem dedicou a vida à proteção da população.
Em maio deste ano, uma portaria publicada no Diário Oficial do Estado instituiu a nova Carteira de Identidade Funcional dos policiais penais, alinhada ao Manual de Marca da Polícia Penal. O documento, de uso pessoal e intransferível, passou a ser dotado de mecanismo para verificação do porte de arma de fogo, conforme a Portaria DGPP nº 024, de novembro de 2025.
O SINPPENAL, no ofício, faz duas cobranças objetivas. A primeira é a criação de um canal de comunicação eficiente e transparente, capaz de informar os aposentados sobre o andamento e os prazos da emissão, já que a falta de informação é apontada como um dos principais motivos de insatisfação e angústia entre os servidores inativos. A segunda é a destinação de recursos humanos e materiais para que a Diretoria da Polícia Penal cumpra seu dever, agilizando a análise dos processos e pondo fim ao estado de insegurança e descaso.
A Identidade Funcional não é um mero documento de identificação, mas o instrumento que garante ao policial penal aposentado a segurança jurídica de exercer um direito que carrega consigo mesmo depois de deixar a ativa. Esse não é o primeiro ofício que o Sinppenal envia à DGPP cobrando agilidade na entrega das funcionais. No entanto, o tempo passa, a demora aumenta e o ofício não é respondido, demonstrando um desrespeito com a categoria de policiais que é indispensável para a segurança pública.
Rua Leite de Moraes, 366 - Santana - São Paulo /SP Cep:02034-020 - Telefone :(11)2976-4160 sifuspesp@sifuspesp.org.br.