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A partir do dia 1º de junho de 2026, os servidores públicos estaduais, incluindo os policiais penais, deverão utilizar o sistema SP Patri para a entrega da declaração de bens e direitos referente ao ano-calendário 2025. 

A nova forma de entrega da declaração de bens segue as diretrizes do Decreto nº 70.091/2025 e substitui a entrega da declaração em papel.

O SINPPENAL preparou um guia passo a passo para você não errar nada.

Prazo de entrega: De 1º de junho até o dia 30 de junho. Fique atento ao calendário para não perder o prazo!

Primeiro passo: acesso ao sistema

  1. Acesse o site minhaarea.sp.gov.br
  2. Caso já possua cadastro na plataforma gov.br, faça o login com sua senha.
  3. Se você não tiver senha cadastrada no gov.br, será necessário realizar um cadastro antes de prosseguir.

Segundo passo: localize o sistema SP Patri

- Após o login, na tela principal, localize o Sistema SP Patri.

- Ele fica abaixo do campo "Órgão de lotação".

- Clique para acessar.

Terceiro passo: início da declaração

  1. Na tela principal do SP Patri, clique em "Minhas declarações".
  2. Selecione o ano-calendário 2025.
  3. Clique em "Apresentar declaração".

 Quarto passo: identifique seu perfil

O sistema apresentará três opções. Escolha a que corresponde à sua situação:

- Sou declarante titular (você é o titular da declaração)

- Sou dependente

- Sou isento de apresentação de declaração


Para a maioria dos policiais penais, a opção será "Sou declarante titular".


Quinto passo: bens e direitos


Se você for o declarante titular, escolha uma das alternativas abaixo:


Opção “possua bens, direitos ou relações patrimoniais que não constam na minha declaração”  Você tem novos bens a declarar 

Opção “não possua bens, direitos ou relações patrimoniais além daqueles já informados na minha declaração”  Não há novidades em relação à declaração anterior 


- Se possuir novos bens: clique em "Continuar" e preencha os dados solicitados.

- Se não possuir novos bens: clique em "Não possua".


Sexto passo: upload da declaração


  1. Selecione o arquivo em formato PDF gerado pela Receita Federal.
  2. Faça o upload da declaração no sistema.

Sétimo passo: concordância e envio


  1. Leia atentamente a declaração de veracidade.
  2. Marque a opção "Li e Concordo".
  3. Clique em "Concluir entrega da declaração".

Comprovante de entrega


Após o envio, o recibo de entrega será enviado automaticamente para o e-mail cadastrado no sistema. Não se esqueça de verificar sua caixa de entrada (e também o spam!).


O SP Patri é seguro?


A CGE declara que o Sistema SP-PATRI possui os seguintes métodos de segurança

- Integração com o Minha Área (autenticação confiável)

- Criptografia dos dados

- Controle de acesso por perfis específicos

- Redução de riscos de uso indevido


Dúvidas?


Em caso de qualquer dificuldade, o servidor pode:


- Acessar o tutorial em vídeo disponível em https://www.youtube.com/watch?v=TNV0jdBqoCA ou o tutorial  disponível no link:https://sppatri.controladoriageral.sp.gov.br/Funcionarios/Tutorial

- Entrar em contato com o setor de RH do seu órgão




 SINPPENAL recomenda: Não deixe para a última hora! Organize seus documentos com antecedência e faça sua declaração dentro do prazo de 1 a 30 de junho de 2026.

O companheiro Wilson dos Santos, policial penal que atua no GIR (Grupo de Integrantes Operacionais) e trabalha no Complexo de Serra Azul, está internado no HCUE (Hospital das Clínicas da Unidade de Emergência) de Ribeirão Preto e precisa de doação de sangue. Não há restrição quanto ao tipo sanguíneo: qualquer doação é bem-vinda e pode fazer diferença no tratamento dele.

A solidariedade entre quem vive a mesma realidade de trabalho é o que move essa corrente. Não importa se você trabalha em outra unidade ou se nunca cruzou com o Wilson. Nesse momento, cada bolsa de sangue conta, e o gesto de ir até o Hemocentro de Ribeirão Preto pode ser o que ele precisa para se recuperar.

O local para doação fica na Rua Quintino Bocaiúva, 470, no Centro de Ribeirão Preto. Ao chegar, é só informar o nome Wilson dos Santos. O atendimento é rápido e o impacto, enorme. 

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Um policial penal do Centro de Progressão Penitenciária de Porto Feliz foi alvo de um plano de agressão descoberto na última sexta-feira (29/5).  A informação chegou à equipe por meio de um bilhete clandestino, conhecido no sistema prisional como "pipa". Segundo o boletim de ocorrência, presos que não cumpriram o Regime de Observação e já estavam no convívio estariam de posse de objetos perfuro contundentes improvisados, os chamados "espetos", com a intenção de atentar contra a integridade física de um servidor da unidade.

A revista minuciosa na cela dos detentos suspeitos confirmou a denúncia. Foram localizados e apreendidos dois vergalhões de ferro adaptados como armas artesanais. O policial registrou um BO de ameaça contra os dois detentos. O policial vítima do plano tem histórico de cumprir rigorosamente os procedimentos de segurança, fator que gera insatisfação entre alguns custodiados. 

O local enfrenta superlotação e defasagem de profissionais. No CPP Porto Feliz, são 125 policiais penais para 1.384 presos, o dobro da proporção indicada pelo Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP). O volume de trabalho é ampliado pelo fato de boa parte dos presos sair para trabalhar durante o dia e retornar no final da tarde, exigindo acompanhamento constante.

A unidade também enfrenta um problema estrutural: o sistema de Regime de Observação adotado na unidade não segue os procedimentos recomendados. Custodiados recém-chegados são encaminhados diretamente aos alojamentos, sem cumprir o período de observação de 10 dias. Passam a usufruir de acesso ao pátio externo e circulação entre alojamentos e celas, reduzindo a capacidade de monitoramento e análise comportamental.

Agressões frequentes

O caso não é isolado. Na semana anterior, no CPP Ataliba Nogueira, em Campinas, um policial penal teve dois dedos quebrados ao ser agredido por um detento durante o recolhimento de presos que retornavam do trabalho externo.  Em comum, os casos têm a superlotação e o deficit de policiais penais. Nos CPPs essa situação, que é rotineira em todas as unidades do sistema prisional, é especialmente problemática por causa da rotina de trabalho dos presos, o que acrescenta procedimentos diários de segurança.