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O policial penal Rivelino Laurindo de Almeida, que exerce suas funções na unidade de Santana, sofreu um acidente na cidade de Ribeirão Preto e precisa de doação de sangue. Ao encerrar seu turno de trabalho e iniciar o trajeto de volta para casa o servidor teve uma crise de convulsão que provocou sua queda da motocicleta.  

O colega está internado em uma unidade hospitalar em Ribeirão Preto sob cuidados médicos constantes. A Santa Casa da cidade pede que amigos e familiares contribuam doando sangue de qualquer tipo.  

O Sinppenal convoca todos os servidores e cidadãos da região a comparecerem ao hemocentro para realizar a doação em nome de Rivelino Laurindo de Almeida. Cada voluntário que se dispõe a ajudar contribui diretamente para salvar vidas.  

Para realizar a doação o interessado deve ir ao Hemocentro de Ribeirão Preto e mencionar que a doação é em nome do paciente Rivelino Laurindo de Almeida, da Santa Casa. É fundamental que os doadores estejam saudáveis e apresentem um documento oficial com foto no momento do atendimento. O Hemocentro fica na Rua Tenente Catão Roxo, 2501 Monte Alegre, Ribeirão Preto. Mais informações e dúvidas podem ser obtidas por meio do site hemocentro.fmrp.usp.br . 

O Sinppenal reforça seu compromisso com a defesa da vida e pede que esta informação seja compartilhada para ajudar a repor o estoque de sangue no Hemocentro de Ribeirão Preto. A solidariedade é o que nos mantém fortes diante do descaso e das adversidades da profissão. 


O Sinppenal informa, com profundo pesar, o falecimento do policial penal Nelson Pereira dos Santos Filho, conhecido como Nelson Urubu, que nos deixou aos 60 anos vítima de um infarto fulminante. 

 Aposentado pela P1, Nelson era figura conhecida e estimada em Presidente Venceslau, onde construiu uma vida dedicada ao trabalho e à família.

Casado com Valéria Pansera, deixa dois filhos.

O corpo será transladado para Presidente Venceslau. O velório está previsto para , 27 de abril, iniciando pela manhã, com sepultamento às 16h no cemitério local.

Neste momento de dor, o Sinppenal estende seus sinceros sentimentos à família e aos amigos de Nelson Urubu.

É com profundo pesar que o Sinppenal comunica o falecimento do Policial Penal Roberto Carlos Vieira Moreira, ocorrido neste sábado, 25 de abril de 2026. Nascido em 15 de agosto de 1967, Roberto dedicou anos de sua vida ao sistema prisional paulista, exercendo suas funções com retidão e compromisso na Unidade Parada Neto. No último período, o servidor encontrava-se afastado de suas atividades profissionais para o tratamento de problemas de saúde.

O Sinppenal, em nome de toda a diretoria e da categoria que representa, expressa as mais sinceras condolências aos familiares, amigos e colegas, rogando para que encontrem o conforto necessário diante desta perda irreparável.

As últimas homenagens ao servidor serão realizadas no dia 26 de abril, com o velório iniciando-se a partir das 09h10. A cerimônia ocorrerá no Cemitério Vila Formosa, localizado na Avenida João XXIII, 2537 — Vila Formosa, São Paulo.

 

O programa Moradia Segura prometia facilitar o acesso à casa própria para policiais penais, mas a segunda fase da inscrição virou uma peregrinação burocrática para muitos policiais. O prazo terminou no dia 10 de abril, mas muitos servidores não conseguiram completar o processo porque a página de inscrição, que passou para a responsabilidade da SAP, simplesmente não funciona. Apresenta um erro que ninguém consegue resolver.

Desde que o processo saiu do CDHU e passou para a SAP, a situação é tão desorganizada que os policiais penais estão sendo jogados de um lado para o outro. Procuram a CDHU pedindo ajuda e são informados que agora é a SAP quem cuida disso. Vão até a SAP e não conseguem nem entrar no prédio. São orientados a procurar a Ouvidoria. Na Ouvidoria, dizem que só lidam com reclamações sobre presos. Voltam para a CDHU e recebem um protocolo atestando que estiveram no local, mas isso não resolve nada.

Um dos policiais penais que procurou o Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo (Sinppenal) para relatar o problema descreveu bem o caos: "Não sei como agir, o que fazer. É um jogo de empurra. Fomos no CDHU pedir informações, recebemos um protocolo de comparecimento, pediram para voltar na SAP. Tentamos falar na SAP, mas não nos deixaram sequer entrar no prédio e nos orientaram a procurar a Ouvidoria. Na ouvidoria, disseram que as reclamações são sobre presos. Aí a gente voltou no CDHU de novo e recebemos orientação para reclamar no Fale SP".

O Sinppenal não vai ficar de braços cruzados. Vai encaminhar um ofício à SAP para pedir explicações sobre o que está acontecendo e, assim, orientar seus associados sobre como proceder. Mas enquanto isso, policiais penais que precisam de moradia e poderiam estar se inscrevendo em um programa que oferece juro zero para famílias com renda de até cinco salários mínimos estão travados em um sistema que não funciona.

O Moradia Segura foi lançado em setembro de 2024 com o objetivo de facilitar o acesso à casa própria para policiais. Para participar, o servidor não pode ser proprietário de imóvel, ter financiamento habitacional em andamento ou ter sido atendido anteriormente por programa habitacional definitivo. O financiamento prevê juro zero para famílias com renda de até cinco salários mínimos e taxa de 4% ao ano para quem tem renda entre cinco e dez salários mínimos, com comprometimento máximo de 20% da renda familiar e atualização anual pelo IPCA. Também é possível optar pelo comprometimento de até 30% da renda, sem correção inflacionária das parcelas.

As prestações são preferencialmente descontadas em folha. Os recursos para a execução do programa vêm do orçamento da SDUH, com possibilidade de complementação pelo Fundo Paulista de Habitação de Interesse Social (FPHIS). Além das unidades destinadas especificamente ao programa, os policiais também permanecem contemplados nas regras gerais da CDHU, que reserva 4% das unidades de cada conjunto para esses profissionais.

A seleção dos interessados segue critérios bem definidos: maior número de filhos menores ou incapazes, maior idade do inscrito e, em caso de empate, sorteio. Tudo muito claro na teoria. Na prática, porém, nem conseguem se inscrever.

O que deveria ser um processo simples virou um labirinto administrativo onde ninguém assume responsabilidade. A SAP diz que é da CDHU. A CDHU diz que é da SAP. A Ouvidoria diz que não é com ela. Enquanto isso, policiais penais ficam sem conseguir acessar um programa que poderia melhorar suas condições de vida.

Confira se seu nome consta da listagem abaixo, titular é quem já irá pegar a carta de crédito nesta entrega e suplente que ficará para próxima.

https://drive.google.com/file/d/1fPtWK2ugKDQ7xxPrsbKp5irPiObTEBHo/view?usp=sharing

Os prejudicados dele manda o e-mail para o fala São Paulo: https://fala.sp.gov.br/

 

O Sindicato dos Policiais Penais de São Paulo (Sinppenal) comunica com profundo pesar o falecimento de Antônio Lanziloti Rico Junior, policial penal que atuou na Penitenciária Feminina 2 de Tremembé.

Antônio, que tinha 66 anos e faleceu em 25 de abril, dedicou anos de sua vida ao trabalho na segurança penitenciária do estado de São Paulo.

Afastado há muitos anos devido à síndrome de Guillain-Barré, enfrentou com coragem uma condição que o impediu de continuar em atividade.

O Sinppenal se solidariza com a família de Antônio e reconhece o sacrifício de mais um servidor que dedicou sua vida à segurança pública do estado. Que sua memória seja honrada e que sua família encontre conforto neste momento de dor.

O velório acontece no Memorial Sagrada Família, Capela 08, Rua Prof. Luiz Augusto da Silva, 55, Centro, Taubaté, até  às 14h deste domingo (26).

A Polícia Penal de São Paulo perdeu um colega dedicado. Rocco Aliberti, de 51 anos, que trabalhava no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico I "Prof. André Teixeira Lima" em Franco da Rocha, foi encontrado desacordado por volta das 5h30 desta manhã por um companheiro de trabalho. 

Apesar dos primeiros socorros e do atendimento na Unidade de Pronto Atendimento local, não resistiu e faleceu.

O Sinppenal se solidariza com a dor da família de Rocco, que perde um marido e pai de três filhos.

Deixamos nossas condolências aos colegas que compartilhavam o dia a dia com ele no hospital e aos demais amigos e familiares.

 

 

O Instagram da SAP e da Polícia Penal trouxe hoje uma publicação afirmando que a bonificação por resultados deve ser paga até 29 de maio deste ano. Diferentemente do que aconteceu em 2024 e 2025, quando o governo mudou as regras na última hora e adiou a publicação do decreto para postergar o benefício, em ano eleitoral o governador Tarcísio de Freitas resolveu agilizar o processo para tentar fazer uma média com os policiais penais.

Após descumprir sistematicamente todas as promessas de campanha, após sucatear a Polícia Penal e a SAP de uma forma que nem mesmo João Dória foi capaz de fazer, e depois de negar duas vezes consecutivas o reajuste aos policiais penais, o Governador acena com um agrado para os trabalhadores da SAP.

Não se enganem! As metas do bônus escondem uma armadilha, com indicadores que o Policial Penal não tem controle e que foram elaborados sobre um resultado que já foi obtido.

Ou seja, o Governo já sabia desde o início o quanto teria de gastar para tentar comprar a consciência do Policial Penal.

Bônus é lei

O fato do governador cumprir a lei sem a demora dos anos anteriores não significa que esquecemos dos 14% de diferença do reajuste prometido e jamais concedido ou do tapa na cara que foi a negativa de Tarcísio de incluir a Polícia Penal no reajuste de 10% concedido às demais polícias.

Sindicato continuará na cobrança

O SINPPENAL continuará reivindicando que a Bonificação por Resultados deixe de ser um jogo de cartas marcadas, que as metas sejam divulgadas com antecedência e que a bonificação seja paga no início do ano subsequente ao exercício.

Afinal, o nobre Governador não tem se demonstrado afeito a cumprir suas promessas, sempre contando com o silêncio cúmplice dos traidores da categoria, que se vendem por 30 moedas, uma promessa de cargos ou por benesses menores, enquanto persegue os dirigentes sindicais.

O Governador deveria saber que todo Policial Penal aprende desde o início de sua carreira, que palavra se cumpre.

Para nós,operadores da segurança pública, é triste constatar que a palavra de um governante eleito pode ter menos peso do que a de uma pessoa privada de liberdade.