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O Sinppenal informa com profundo pesar o falecimento de Alexandre da Silva, conhecido entre os companheiros como Chucky. Ele era policial penal lotado na Penitenciária II de Itapetininga e deixa um histórico de dedicação ao sistema prisional paulista. Alexandre faleceu em decorrência de sérias complicações renais. 

O sepultamento que está marcado para as 12 horas desta sexta-feira no cemitério local. 

Neste momento de tristeza absoluta manifestamos nossa total solidariedade aos familiares e aos amigos de Alexandre. Perder um colega de trabalho que compartilhava o cotidiano difícil das unidades prisionais causa um impacto profundo em toda a categoria. 

Desejamos que as boas lembranças tragam algum conforto àqueles que sofrem com essa ausência inesperada.

Demora do governo em entregar a funcional coloca a vida dos policiais penais em risco


O perfil oficial da Polícia Penal do Estado de São Paulo resolveu postar um vídeo que parece cinema mostrando a produção das novas carteiras de identidade funcional. As imagens das máquinas trabalhando são ótimas para ganhar curtidas, mas para quem está na linha de frente a realidade é amarga. O Sinppenal cobra a entrega das novas funcionais há dois anos. Desde 2024 o sindicato protocola ofícios e participa de reuniões exaustivas exigindo o óbvio, que é o documento de identificação da categoria.

Enquanto o governo gasta tempo editando vídeo para a internet, os policiais penais seguem em uma insegurança jurídica e física absurda. Além do documento físico que nunca chega é urgente que o Estado libere também a funcional virtual. A demora não é apenas um detalhe burocrático, mas um descaso que escancara a falta de prioridade com a vida de quem mantém a ordem no sistema prisional.

A falta de uma funcional padronizada e atualizada tem um custo humano alto. No dia 10 de abril em Guarulhos um colega sentiu na pele o que significa estar desamparado pelo próprio Estado. Ele estava em gozo de licença prêmio circulando pela Avenida Tiradentes quando foi abordado por equipes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar. Mesmo se identificando como policial penal e colaborando com a abordagem ele foi arrancado do carro com uma violência desmedida e jogado ao chão como se fosse o pior dos criminosos.

O servidor teve os óculos quebrados e o ombro torcido enquanto agentes pisavam em suas costas no meio da via pública. Durante a abordagem, ele ele ainda teve que ouvir insultos de um policial militar que afirmou que a polícia penal serve apenas para ser babá de preso. Esse tipo de absurdo acontece porque a falta de uma identificação clara abre margem para que o policial penal seja tratado como suspeito por quem deveria ser seu parceiro de armas.

Outro caso que ilustra bem o descaso do governo do estado com a Polícia Penal aconteceu com um colega abordado por um Policial Militar Rodoviário. Ao apresentar a carteira que ainda traz a nomenclatura de Agente Penitenciário, ele foi questionado de forma irônica sobre onde estaria sua funcional de Policial Penal. O PM quis saber por qual motivo ele ainda portava um documento antigo se a carreira já havia sido transformada. O colega precisou passar pelo constrangimento de explicar que a culpa é da demora do governo em emitir o novo modelo.

É uma situação que beira o surrealismo. O Estado transforma a carreira por lei mas esquece de dar ao servidor o meio básico de provar quem ele é. Essa negligência fere a dignidade da categoria e expõe o profissional ao ridículo diante de outras corporações. O Sinppenal reforça que não aceitará mais desculpas vazias. Queremos a entrega das funcionais físicas e a liberação do modelo virtual para todos. O respeito deve ser a base do tratamento entre as polícias e não algo que o servidor precise implorar após ser agredido ou humilhado por falta de um documento que o governo deve há dois anos.

 

Benefício é estendido a até três dependentes, que podem usufruir do plano sem pagar anuidade, apenas a mensalidade do plano escolhido

Ser sócio do Sinppenal abre portas para um universo de benefícios que os não-associados simplesmente não têm acesso. O sindicato fechou um convênio com a Wellhub, plataforma de bem-estar que oferece muito mais do que academia. Estamos falando de um ecossistema completo de saúde física e mental que funciona como um diferencial real para quem investe na filiação.

O acesso à Wellhub é exclusivo para sócios. Para desfrutar do benefício, é preciso pagar uma anuidade no valor de R$ 280,00 via PIX ou R$ 314,40 no cartão de crédito. Depois de quitada essa contribuição, o associado recebe a liberação para escolher seu plano e começar a usar a plataforma. Mas aqui vem o detalhe interessante: o sócio pode incluir até três dependentes que também terão acesso aos benefícios, cada um escolhendo o plano que melhor se adequa às suas necessidades. Importante destacar que os dependentes estão incluídos na anuidade paga ao Sindicato. 

Saúde física e mental

A Wellhub não é apenas um catálogo de academias. Há planos com 54 apps exclusivos de bem-estar que cobrem áreas que vão muito além do fitness. Há apps para acompanhamento de saúde mental como Vittude e Conexa, que oferecem sessões com psicólogos certificados. 

Para quem quer cuidar da nutrição, existem opções como Nutrium e Tecnonutri, com consultas personalizadas com nutricionistas. No Plano Silver, o usuário tem apps como Trainiac, que conecta o usuário com Wellness Coaches certificados para elaborar treinos personalizados com acompanhamento de progresso. Há também ferramentas para meditação e sono como Meditopia e Sleep Cycle, além de apps para planejamento financeiro como Mobills e até acompanhamento de saúde da mulher com o app Maya.

O processo para ativar o benefício é simples. A anuidade pode ser paga via PIX através da chave, que é o CNPJ do Sindicato (53.174.710/0001-02). O pagamento via cartão de crédito pode ser feito através do Link: https://cielolink.com.br/3SZHMiV

Como aderir

Após pagar a anuidade, o sócio envia o comprovante para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para o WhatsApp (11) 99222-3244. Depois que o setor de convênios liberar o acesso, é só baixar o aplicativo da Wellhub ou acessar https://wellhub.com, informar a empresa como *SINPPENAL* e preencher os dados. O número de matrícula é o RS sem o dígito. Depois é só escolher o plano e começar a aproveitar. 

A diferença entre ser sócio e não ser é gritante. Enquanto não-associados ficam de fora dessa rede de benefícios, os filiados ao Sinppenal ganham acesso a um ecossistema que custa caro se contratado individualmente. A Wellhub mostra que o preço de mercado para o Plano Silver fica em torno de R$ 549 por mês, enquanto os sócios pagam apenas R$ 139,90 mensalmente. Essa economia é real e significativa. 

Ser sócio do Sinppenal deixa de ser apenas uma questão de representação sindical e passa a ser um investimento concreto em saúde física e mental qualidade de vida.

 

A facilidade com que o crime organizado transita pelos corredores do poder em São Paulo assusta quem observa de fora, mas para o policial penal essa é uma realidade que se traduz em abandono deliberado. O caso do heliponto do Palácio dos Bandeirantes em 2022 é o exemplo mais simbólico dessa infiltração. João Gabriel de Melo Yamawaki, um empresário ligado ao PCC e suspeito de envolvimento com o tráfico de meia tonelada de cocaína, conseguiu autorização da Casa Militar em apenas seis horas para pousar no coração do governo estadual. Ele queria apenas assistir a um jogo de futebol no Morumbi e usou contatos políticos para transformar a sede do Executivo em seu estacionamento particular, conforme revelado por documentos da Operação Contaminatio citados pelo Estadão.

Essa proximidade não ficou no passado e atinge diferentes esferas da administração. O atual governador, Tarcísio de Freitas, também viu seu nome envolvido em situações que geram estranheza. Em agosto de 2023, Tarcísio participou de um jantar na casa do cantor Latino onde posou para fotos ao lado de Rodrigo Inácio de Lima Oliveira, dono da GR6 Explode. Pouco tempo depois, Oliveira foi preso na Operação Narco Fluxo da Polícia Federal. A investigação aponta que a GR6 funcionava como uma engrenagem de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro para o PCC, movimentando mais de R$ 1,6 bilhão. O grupo utilizava o agenciamento de artistas de funk para ocultar valores vindos diretamente do tráfico de drogas, criando uma fachada de entretenimento para o capital ilícito, segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo.

Enquanto o crime se senta à mesa com autoridades, a cúpula da segurança pública também balança. O coronel José Augusto Coutinho deixou o comando geral da Polícia Militar após ser citado em investigações sobre PMs que faziam escolta para diretores da Transwolff. Essa empresa de ônibus é acusada de injetar R$ 54 milhões do PCC para vencer licitações e lavar dinheiro da facção. Conforme apurado pelo Metrópoles, o nome de Coutinho surgiu no depoimento de um sargento preso que afirmou que o coronel tinha conhecimento do esquema de escolta ilegal e teria inclusive minimizado o fato de policiais fazerem bico para criminosos. O depoimento obtido pelo jornal O Globo detalha que Coutinho tentou manter na Rota um policial suspeito de prestar segurança para a Transwolff e ignorou alertas do promotor Lincoln Gakyia sobre o vazamento de informações sigilosas para proteger membros da facção na zona leste da capital.

Para quem atua diariamente no sistema prisional, esse cenário reforça uma convicção clara. O desmonte da Polícia Penal não acontece por acaso ou falta de planejamento, mas parece um projeto desenhado para enfraquecer o combate ao crime organizado em São Paulo. A Polícia Penal é hoje a maior e mais eficiente fonte de inteligência contra as facções, atua dentro dos presídios 24 horas por dia. O policial penal convive com o cárcere e funciona como um agente de inteligência natural, captando movimentações e planos que escapam aos olhos de quem está do lado de fora. 

Quando o governo reduz drasticamente o número de servidores, fechando mais de 2.225 mil cargos e permitindo um deficit de policiais penais na casa dos 38%, ele deixa os profissionais exaustos e retira a capacidade de observação do Estado de dentro dos presídios. Sem uma vigilância atenta, o criminoso ganha espaço para articular suas operações com tranquilidade. É fundamental lembrar que grandes golpes contra a estrutura das facções nasceram justamente dessa percepção técnica. Operações históricas como a Ethos e a Echelon tiveram seu ponto de partida na inteligência colhida dentro das unidades prisionais. Até mesmo a investigação recente contra a empresa de ônibus Transwolff, que resultou na saída do comandante geral da Polícia Militar, teve início com levantamentos realizados pela Polícia Penal. 

Nesse contexto de abandono, deixa de ser inexplicável o fato de que, mesmo com o alto grau de sucateamento das unidades prisionais, a superlotação crônica e as péssimas condições de saúde e higiene nas cadeias, os presos não tenham promovido rebeliões em série. A resposta está na própria estrutura do crime organizado dentro do sistema. O PCC mantém controle sobre a população carcerária não através da força bruta, mas através de uma rede de inteligência e articulação que funciona justamente porque a Polícia Penal está enfraquecida demais para observar e interromper. Quando o Estado abre mão de sua capacidade de vigilância, quem preenche esse vácuo é o crime. A facção gerencia as unidades com mais eficiência que o próprio governo, oferecendo aos presos uma estrutura de poder que o Estado não oferece. Isso não é coincidência. É o resultado direto do projeto de desmonte. 

Braço financeiro

O avanço do crime organizado sobre a política paulista também se manifesta no setor financeiro de forma sofisticada. A Operação Carbono Oculto investiga como fundos ligados à gestora Reag e ao banqueiro Daniel Vorcaro teriam sido usados para ocultar bens e lavar bilhões de reais da facção. Segundo o jornal O Globo, recursos milionários circularam por empresas de fachada para financiar até mesmo milícias privadas destinadas a intimidar desafetos e autoridades. 

A investigação da Polícia Civil detalhada pelo Jornal Nacional nesta semana mostra que a facção criou um núcleo político para se infiltrar em prefeituras e lançar candidatos. O plano incluía o uso da fintech 4TBank para administrar receitas municipais como taxas e impostos, lavando o dinheiro do crime dentro da própria administração pública. Ao todo, a Justiça bloqueou mais de R$ 8 bilhões nesse esquema que tenta transformar o Estado em um balcão de negócios para o tráfico.

Aqui tem um detalhe que merece mais atenção no debate público. Essas mesmas organizações financeiras que investigações apontam ter ligações com o PCC estão na mira do governo como parceiras ideais para gerir empresas em processos de privatização que o governo já sinalizou estar disposto a implementar. A infiltração do crime organizado na máquina pública não se restringe aos corredores das prefeituras e aos presídios. Ela se capilariza também através do sistema financeiro, transformando a privatização em uma porta de entrada para que o capital ilícito da facção passe a administrar serviços essenciais do Estado de São Paulo. Com isso, entregamos ao crime organizado o controle direto do estado. 

Nesse cenário, manter o policial penal sobrecarregado e o sistema sucateado atua diretamente em favor desses interesses escusos. O fortalecimento da nossa categoria é a única barreira real contra um Estado que se mostra cada vez mais permeável às vontades do crime organizado. A inteligência da Polícia Penal garante a segurança da sociedade e sua asfixia deliberada representa um ataque direto ao povo paulista. 

No domingo (26 de abril), o Centro de Detenção Provisória de Nova Independência registrou seu segundo motim em menos de três meses. Desta vez, onze detentos se recusaram a retornar às celas por volta das 14h no Pavilhão 8, ateando fogo em colchões, quebrando paredes, espelhos e câmeras de vigilância, além de arremessar destroços contra funcionários. O Grupo de Intervenção Rápida (GIR) foi acionado e conseguiu controlar a situação por volta das 18h, transferindo os 11 detentos envolvidos para outras unidades.

O que chama atenção não é apenas a rebelião em si, mas o padrão que ela revela. Em fevereiro, a mesma unidade já havia explodido em motim, desta vez com 118 detentos transferidos. Dois episódios graves em quatro meses não é coincidência. É sintoma de um sistema à beira do colapso.

O CDP de Nova Independência foi projetado para abrigar 798 pessoas. Hoje, mantém 1.412 detentos. Isso significa que a unidade opera com 77% acima de sua capacidade. 

Mas o problema vai além. As 180 unidades prisionais do Estado abrigam 228.122 pessoas com um efetivo de apenas 23.282 servidores. Cada policial penal é responsável por mais de 16 detentos. Segundo o Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP), em presídios bem estruturados, a proporção é de um servidor para cada cinco custodiados. Aqui, a Polícia Penal trabalha em condições que beiram o impossível.

O sucateamento é sistemático. Até abril deste ano, a corporação já registrou quatro suicídios. Dez por cento do efetivo está afastado. Há um déficit de 38% de pessoal. Funcionários trabalham em unidades deterioradas, com recursos insuficientes, cercados por uma população carcerária que cresce enquanto o Estado segue negligente.

Os motins não surgem do nada. Eles são a manifestação do colapso programado. Unidades superlotadas e sucateadas, com o menor quadro de pessoal da história da secretaria são uma bomba-relógio. Enquanto isso, a sociedade segue esperando que a segurança pública funcione.

O Sinppenal convida todos os servidores para uma corrente de apoio ao nosso colega Vanderlei Cardoso. Muitos de vocês conhecem a trajetória dele na P1 de Bauru, onde atuou como diretor de disciplina por dez anos. Ele historicamente foi reconhecido por apoiar os companheiros e realizar melhorias para a guarda e agora enfrenta o maior desafio de sua vida.

De acordo com o relato do próprio Vanderlei, ele luta contra um câncer nos ossos que não tem cura. O tratamento é paliativo e a rotina é marcada por dores intensas que exigem o uso de morfina além de dipirona e gabapentina três vezes ao dia. O servidor já passou por momentos duríssimos como ficar quatro meses acamado além de enfrentar um transplante de medula e uma cirurgia na coluna. Foram mais de doze meses de superação para que conseguisse voltar a andar.

Essa batalha afetou profundamente as finanças da família. O colega trabalhava em dois empregos para garantir o sustento da sua família, mas a doença impediu essa jornada dupla. Atualmente ele necessita de uma vacina que custa R$ 2.500,00 e esse valor é necessário para a continuidade do seu tratamento.

Estamos organizando uma vaquinha para que a categoria possa retribuir um pouco da dedicação que ele demonstrou com todos. As contribuições de qualquer valor podem ser enviadas diretamente para a conta do Vanderlei, no  PIX 12013942877.

 Vamos mostrar a força da nossa união e socorrer um irmão de farda que precisa de nós neste momento difícil.

Diversos Policiais Penais têm procurado o Sinppenal para reclamar de que erros de lançamento do desconto do IAMSPE levaram os mesmos a ter inconsistências em suas declarações de imposto de renda.

A declaração aponta “Possível inconsistência nas despesas médicas do titular no Brasil” e que “Foi constatada a necessidade de comprovação documental das despesas médicas no Brasil do titular declaradas”

O que aconteceu

No campo de “Informações complementares “ do “Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte Ano Calendário 2025” fornecido pela Fazenda 

ao invés das despesas estarem discriminadas como: valor - IAMSPE - CNPJ 60.747.318/0001-62 e valor  - IAMSPE - BENEFICIÁRIOS - LEI 17293/2020.

Aparece apenas a primeira linha com a somatória de tudo o que foi pago ao instituto sem especificar o total gasto como os beneficiários.

Quando um convênio médico é descontado em folha de forma global, sem a discriminação clara entre o valor referente ao titular e o valor referente a cada dependente, o contribuinte enfrenta problemas na Declaração de Ajuste Anual do IRPF.

Entre os problemas estão a impossibilidade de deduzir gastos com dependentes e o risco de cair na “Malha fina”.

Fique atento

Antes de fazer sua declaração verifique se o seu “Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte Ano Calendário 2025” separa os valores pagos ao IAMSPE, caso esteja incorreto solicite a revisão junto ao RH de sua unidade.

Caso você tenha realizado a declaração e tenha tido problemas entre em contato com o setor de Arrecadação do IAMSPE pelo email: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e envie o informe de rendimentos da sua folha pagadora, da parte em que consta os valores do Iamspe relativos ao ano calendário que caiu na malha fina, além do documento da Receita Federal que informa a pendência relativa ao Iamspe. Em caso de dúvidas ligue para o telefone (11) 4573-8181.

Sindicato vai cobrar providências

O Sinppenal orienta ao Policiais Penais e demais servidores da SAP que tiverem esse problema a enviarem seu “Comprovante de Rendimentos Pagos e de Retenção de Imposto de Renda na Fonte Ano Calendário 2025” com erro para o WhatsApp : (11)97865-3764, para que o sindicato possa cobrar as providências aos órgãos competentes.