O Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) comunica com profundo pesar o falecimento de Adalberto Valdevino, 54 anos, policial penal aposentado, morto em um acidente ocorrido na tarde de segunda-feira (4/5), em Lucélia, durante um voo de paramotor.
Segundo informações da Defesa Civil, o equipamento caiu em uma área verde na região da Chácara São João, bairro Santa Cecília. A suspeita é de que uma linha de pipa com material cortante tenha atingido o paraquedas, comprometendo o controle do voo e provocando a queda.
Adalberto foi socorrido rapidamente por equipes do Corpo de Bombeiros de Adamantina e encaminhado ao Pronto-Socorro de Lucélia em estado gravíssimo. Apesar dos esforços da equipe médica, que tentou reanimá-lo após entrada em parada cardiorrespiratória, não foi possível salvar sua vida.
O policial penal havia se aposentado há menos de um mês, após anos de dedicação na Penitenciária de Flórida Paulista. Morador de Adamantina, deixa um legado de serviço à segurança pública do estado.
A Polícia Civil classificou o caso como morte suspeita e instaurou inquérito para apurar as circunstâncias do acidente. A perícia técnica realizou os trabalhos no local, e a investigação aguarda a conclusão do laudo pericial.
O velório foi realizado na manhã de terça-feira, 5 de maio, no Jardim da Saudade Haddad, com sepultamento previsto para as 16h no Cemitério Municipal de Adamantina.
O Sinppenal se solidariza com a família, amigos e colegas de trabalho de Adalberto Valdevino neste momento de dor e luto
Recebeu uma designação para realizar escolta de detento em unidade hospitalar externa, mas ainda não concluiu o Curso de Nivelamento? Não possui porte funcional regularmente concedido? Essa situação exige ação imediata e bem documentada. Não é questão de preferência pessoal. É lei.
O Departamento Jurídico do Sindicato explica que a Lei Complementar nº 1.416/2024 deixa claro que o Diretor Geral concede o porte de arma funcional apenas quando preenchidos os requisitos exigidos pela legislação específica. Sem o certificado de conclusão do Curso de Nivelamento, não existe porte. Sem porte, você não tem autorização legal para portar arma em serviço. A própria Coordenadora de Ensino, Cultura e Pesquisa da Polícia Penal de SP foi explícita: "Para que eles tenham direito ao porte de arma, eles precisam apresentar o certificado de conclusão do curso de formação".
O que fazer?
O Departamento Jurídico do Sinppenal orienta os servidores a formalizar a impossibilidade jurídica através de uma manifestação funcional dirigida à sua chefia imediata e à direção da unidade. Conforme a Lei nº 10.261/1968, você tem direito de petição e representação contra ilegalidade ou abuso de poder. A administração não pode recusar o protocolo dessa manifestação.
Na manifestação, cite a Lei de Execução Penal (Lei nº 7.210/1984), que classifica o transporte de presos para órgãos externos como função indelegável, exigindo pessoal plenamente habilitado. Mencione também a Constituição Federal, que veda compelir servidor a exercer atribuição para a qual não possua habilitação legalmente exigida.
Depois, solicite formalmente o reconhecimento da impossibilidade jurídica, a redistribuição da designação a outro policial penal habilitado, inscrição prioritária no próximo Curso de Nivelamento e arquivamento da manifestação em seus autos funcionais como comprovação de boa-fé.
Se a administração insistir em manter a designação, requeira ordem escrita e fundamentada com os fundamentos legais que autorizariam a escolta sem porte regular. Essa exigência protege seus direitos e cria responsabilização clara dos ordenadores.
Por que isso não é insubordinação
Recusar-se a realizar escolta armada sem requisitos legais é conduta legal e recomendável, consistente com os princípios da legalidade previstos na Constituição Federal e nas normas específicas da Polícia Penal. Você demonstra disposição de cumprir suas obrigações institucionais tão logo sejam regularizadas as condições necessárias.
Deixamos um documento em anexo que serve como modelo para você apresentar sua manifestação funcional. Use-o como referência para formalizar sua situação junto à administração. CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O DOCUMENTO
O Diário Oficial do Estado de São Paulo trouxe nesta segunda-feira (4/5) a publicação da Portaria DGPP-5, que oficializa a criação da carteira de identidade funcional para os policiais penais e estabelece as providências para sua emissão. As novas identificações, no entanto, ainda não chegaram aos policiais. Clique AQUI para ler a portaria na íntegra. (https://doe.sp.gov.br/executivo/secretaria-da-administracao-penitenciaria/portaria-dgpp-5-de-30-4-2026-20260430111462141813690)
Na semana passada, o perfil oficial da corporação publicou nas redes sociais um vídeo para exibir as máquinas trabalhando na produção dos novos documentos. As imagens são excelentes para angariar curtidas, mas para quem está no plantão a realidade é diferente. Essa entrega é cobrada há pelo menos 1 ano e meio com ofícios protocolados e reuniões exaustivas que ocorrem desde 2024 sem que o governo apresentasse uma solução prática e imediata.
Esse cenário de descaso se torna ainda mais evidente quando lembramos que o uniforme oficial também já foi alvo de publicações no Diário Oficial e até hoje não foi entregue aos servidores. Já se passaram um ano e cinco meses desde a regulamentação da Polícia Penal e os profissionais continuam trabalhando sem a devida identificação ou vestimenta adequada.
Não é de se estranhar se Tarcísio de Freitas guardar essas entregas básicas para um momento estrategicamente próximo ao período eleitoral. Ele busca se promover como um governo forte quando o assunto é segurança pública e vai querer se vender como o criador da Polícia Penal enquanto na prática negou o aumento salarial da categoria por duas vezes consecutivas.
Essa demora injustificada gera uma insegurança jurídica e física que beira o absurdo. Os policiais penais usam identificações funcionais de cargos que não existem mais. Um exemplo gritante desse desamparo ocorreu com um colega abordado pela Polícia Militar Rodoviária. Ao apresentar o documento antigo que ainda estampa a nomenclatura de Agente Penitenciário o servidor foi questionado de forma irônica sobre o motivo de ainda portar aquela funcional se a carreira já havia mudado. O profissional precisou passar pelo constrangimento de explicar que a culpa pela demora é exclusivamente da gestão estadual que ignora a dignidade de seus próprios agentes.
Outro exemplo desse descaso aconteceu no dia 10 de abril em Guarulhos, quando um policial penal em licença prêmio sentiu na pele o peso do descaso estatal. Ao circular pela Avenida Tiradentes ele foi abordado por equipes da Guarda Civil Municipal e da Polícia Militar e mesmo se identificando como policial foi arrancado do veículo com violência excessiva. O servidor acabou com o ombro torcido e os óculos quebrados enquanto ouvia de um policial militar que a função da polícia penal é apenas ser babá de preso. Humilhações como essa acontecem justamente porque o Estado falha em fornecer uma identificação clara e atualizada.
O Sinppenal não aceitará mais desculpas vazias e segue cobrando a entrega das funcionais. É urgente que o Estado libere não apenas as funcionais físicas, mas também o modelo virtual para conferir segurança aos policiais em todo o território paulista. O respeito entre as instituições de segurança deve ser a norma e não algo que o servidor precise implorar após ser agredido ou ridicularizado por falta de um documento que o governo deve há um ano e meio.
É com profundo pesar que o Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) comunica o falecimento do policial penal Gilson Andriotti, aos 56 anos. A perda de um colega que dedicou sua vida à segurança pública deixa um vazio que transcende os muros das instituições.
Gilson Andriotti atuava na Coordenadoria Noroeste e foi vítima de um infarto. O velório ocorreu na Loja Maçônica Tiradentes II e o sepultamento será realizado no dia 2 de maio de 2026, às 10 horas, no Cemitério Municipal de Cafelândia, conforme informações divulgadas pela Funerária Santa Terezinha.
Neste momento de dor, o Sinppenal estende sua solidariedade sincera à esposa Maria José Nobre, aos familiares, amigos e aos irmãos de farda que compartilham essa perda irreparável
Os associados do Sindicato da Polícia Penal de São Paulo (Sinppenal) e seus dependentes têm direito a descontos que variam entre 30% e 50% sobre o valor das mensalidades de graduação da Unoeste, faculdade com nota máxima pelo Ministério da Educação. Para os associados e seus dependentes diretos (cônjuges, companheiros em união estável e filhos), os benefícios são de 50% de desconto para a maioria dos cursos e 40% para as disciplinas da área da saúde. Pensionistas e aposentados recebem 30% de redução em praticamente todas as graduações. Os descontos são válidos para as graduções presenciais e EAD.
A lista de cursos disponibilizados pelo convênio pode ser conferida no endereço https://www.unoeste.br/graduacao. Entre as opções oferecidas estão carreiras clássicas, como Engenharias, Biologia, Arquitetura, Direito, Odontologia e Comunicação Social. Uma ressalva importante: o curso de Medicina é o único que fica de fora dessa parceria, assim como as taxas de matrícula e rematrícula não recebem desconto. Além disso, o benefício não pode ser combinado com outras bolsas ou programas como FIES ou PROUNI.
Para usufruir do convênio, o aluno não pode acumular três ou mais dependências em disciplinas, precisa manter frequência regular e não pode ficar inadimplente com as mensalidades. Também é obrigatório comprovar o vínculo com o sindicato a cada semestre. Quem descumprir essas condições perde o direito ao desconto no período letivo seguinte.
A renovação do desconto acontece a cada semestre, desde que o aluno mantenha bom desempenho acadêmico e continue vinculado ao sindicato. Qualquer interrupção nesse vínculo cancela automaticamente o benefício para o período seguinte.
Essa parceria reforça um ponto fundamental: estar filiado ao sindicato abre portas e expande os horizontes dos policiais penais, da ativa ou aposentados, e suas famílias. Associados e suas famílias podem acessar educação de qualidade com descontos substanciais, gerando uma economia que, ao final da graduação, pode chegar a dezenas de milhares de reais. Filie-se ao Sinppenal e garanta vantagens incríveis para você e sua família!
Para dúvidas e informações, contate a Unoeste por meio do telefone (18) 3229-2003.
Nicanor Camargo Junior tem 51 anos e foi policial penal. No dia 28 de fevereiro de 2024 ele voltava do trabalho de motocicleta quando um motorista alcoolizado o atingiu na Estrada do Rio Claro, em Caraguatatuba. O acidente foi tão grave que resultou na amputação do pé esquerdo. Depois vieram três cirurgias adicionais que cortaram a perna acima da canela, deixando Nicanor com uma amputação transtibial.
Já se passaram dois anos e alguns meses desde aquele dia e ele segue esperando uma resposta do Estado sobre a indenização a que tem direito. O Sinppenal está acompanhando o caso e dando assistência jurídica ao caso de Nicanor, mas ele não consegue esperar mais. Ele precisa de uma prótese transtibial para voltar a andar com dignidade. Não é um luxo. Não é um capricho. É o equipamento básico que permitiria a um homem que deu anos de sua vida à profissão recuperar a mobilidade e a autonomia que o acidente de trabalho lhe roubou. A prótese é o caminho para que ele possa sair de casa sem depender de terceiros para cada movimento.
Agora ele precisa da nossa solidariedade. Contribua com qualquer valor e ajude Nicanor a recuperar sua mobilidade. Os dados para contribuição estão abaixo. Qualquer quantia faz diferença. Qualquer gesto de solidariedade importa.
Banco Santander, agência 2970, conta corrente 3037522-6. Também é possível fazer transferência via Pix usando o CPF 177.147.878-05.
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Devemos Lembrar que antes de tudo somos trabalhadores
Hoje celebramos o dia do Trabalhador, neste dia devemos nos lembrar, que antes de sermos operadores de segurança pública, antes de sermos policiais, somos trabalhadores.
Vivemos do fruto de nosso trabalho, do salário que recebemos mensalmente, e dele dependemos para viver e sustentar nossas famílias.
Infelizmente o Estado mais rico da Federação, parece não se importar com aqueles que se arriscando, plantão, após plantão protegem a sociedade daqueles que dela foram segregados por cometerem crimes.
A anos sofremos com o descaso das autoridades que mesmo sendo eleitas para garantir que a sociedade funcione com harmonia, preferem fechar seus olhos para uma tragédia que se anuncia ano após ano.
Para a maioria dos cidadãos nosso trabalho passa despercebido, justamente porque apesar da falta de pessoal e de condições de trabalho conseguimos evitar que esta panela de pressão exploda.O preço que pagamos por isso é gigantesco! Danos a nossa saúde, física e mental, queda da qualidade e da expectativa de vida.
Se descrevermos nossas condições e rotina de trabalho, as arbitrariedades, as condições precárias, estresse, riscos e sobrecarga. Qualquer especialista em direitos trabalhistas,dirá que nossos direitos mais básicos estão sendo violados.
Infelizmente o Estado de São Paulo, o Estado mais rico da federação, faz da violação cotidiana dos nossos direitos um dos pilares que sustentam o maior sistema prisional da América Latina.
A anos sofremos com um esvaziamento deliberado do quadro de pessoal, com a desvalorização sistemática de nosso trabalho, com salários cada vez menores.
Para manter essas condições desumanas,o Governo ataca sistematicamente o Sindicato e seus dirigentes. Sabem que a organização dos trabalhadores é a única barreira contra a violação de direitos e o caos. Para isso, se utiliza desde a manipulação de atos administrativos e disciplinares até a infiltração de pessoas que sob o discurso que querem melhorias atacam a única organização capaz de defender os direitos violados diariamente e denunciar para a sociedade o que o governo tenta ocultar.
Neste dia que representa a luta histórica dos trabalhadores, devemos parar e pensar, que antes de tudo somos trabalhadores e que o sindicato é nossa ferramenta de luta.
Ele representa nossa união em torno do objetivo comum de melhores condições de vida. pois o sindicato não é um prédio, não é um cnpj, o sindicato somos nós TRABALHADORES, unidos e organizados.
Rua Leite de Moraes, 366 - Santana - São Paulo /SP Cep:02034-020 - Telefone :(11)2976-4160 sifuspesp@sifuspesp.org.br.